EU VOS AMO! VÓS SOIS A MINHA VIDA.
Mostrar mensagens com a etiqueta perdão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta perdão. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

12.ª Lição - O perdão dos pecados


Por que não cumprimos sempre os mandamentos de Deus? Primeiro, porque somos livres, podemos dizer «sim» ou «não» ao que Deus nos manda fazer; depois, porque deixamo-nos levar pelas nossas más inclinações.
O que acontece quando dizemos «não» a Deus? Fazemos um pecado e afastamo-nos de Deus.
O que é o pecado? É uma ofensa feita a Deus, desobedecendo à sua santa Vontade.
Quais são as consequências do pecado para nós? O pecado faz mal à nossa alma, afastando-nos de Deus e aumentando as nossas más inclinações; tira a paz da alma e torna-nos mais fracos para as dificuldades da vida.
O nosso pecado prejudica também os outros? Sim: directamente, podemos ofender os outros ou dar-lhes mau exemplo; indirectamente, enfraquecemos os outros pela união que existe entre todos (comunhão dos santos).
Como sabemos que algo é pecado e, por isso, não devemos fazer? Porque assim aprendemos da Igreja nossa Mãe; ou porque Deus nos diz no íntimo da nossa consciência.
O que é a consciência? É a voz de Deus em nós, avisando-nos do mal que devemos evitar e do bem que devemos fazer.
Que género de pecado podemos fazer? Segundo a sua gravidade, podemos fazer um pecado mortal ou um pecado venial.
O que é o pecado mortal? É um pecado grave que dá a morte da alma, isto é, a alma perde a vida da graça, ou seja a união com Deus, merecendo o Inferno.
O que é o pecado venial? É um pecado leve que, embora não se perca a vida da graça, aumenta as más inclinações, merecendo o Purgatório.
Como podemos livrar-nos dos nossos pecados? Arrependendo-nos quanto antes e pedindo perdão a Deus, que gosta muito de nos perdoar, para aumentar o nosso amor por Ele; se o pecado é mortal, precisamos de receber o Sacramento da Penitência ou Confissão.
Jesus perdoou muitos pecados? Na sua vida terrena, Jesus como Deus perdoou muitos pecadores arrependidos, como o paralítico de Cafarnaum, a mulher de má vida, a mulher adúltera e um dos ladrões crucificados a seu lado na Cruz.
Na Igreja, quem tem agora o poder de perdoar os pecados? Jesus deu o poder divino de perdoar qualquer pecado, por maior que seja, aos Apóstolos, no Sacramento da Penitência, e eles deixaram-no aos Bispos e sacerdotes.
À noite, antes de nos deitarmos, é bom pedir perdão a Deus de algum pecado que tenhamos feito e agradecer-Lhe os bens que tenhamos recebido.
Fonte: JAM

domingo, 27 de março de 2011

A pedra


Um pobre foi esmolar à casa de um rico. Este nada lhe deu.

- Põe-te fora daqui! - disse-lhe.

Mas o pobre não se moveu.
Então o rico enfuriou-se, e deu-lhe uma pedrada.
O pobre apanhou a pedra, apertou-a contra o peito e disse:

- Vou guardá-la até que, por minha vez, te possa apedrejar.

Passou-se o tempo.

O rico incidiu em má-ação, e, despojado de tudo quanto tinha, foi levado ao cárcere.
Vendo-o preso e desprezado, o pobre acercou-se dele, puxou da pedra que sempre trouxera consigo junto do peito, e fez o gesto de atirar-lha: mas, refletindo, deixou-a cair, e disse:

- Foi inútil conservar durante tanto tempo esta pedra. Quando ele era rico e poderoso, eu o temia; agora, faz-me pena e compaixão. [...]

(trecho de “Lendas do Céu e da Terra”)

Nota do Blog: Saber perdoar é uma arte, uma virtude, um sacrifício. Porém uma observação: para sermos perdoados é necessário arrependimento de nossas culpas e prometer nunca mais faze-las. Perdoar para fazer o bem àquela alma é muito bom. Perdoar o mau para que continue a fazer sua maldade é tornar-se tão mau quanto àquele, pois se torna um conivente.
fonte: Blog Almas Castelos (cortesia)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Toda Pessoa que se suicida está condenada? - catequese


Nossa Senhora, tende misericórdia das almas aflitas.
Antigamente se pensava que sim, embora a Igreja nunca tenha ensinado isso oficialmente. Hoje, com a ajuda da psicologia e psiquiatria, sabemos que a culpa do suicida pode ser muito diminuída devido a seu estado de alma.

Evidentemente que o suicídio é, objetivamente falando, um pecado muito grave, pois atenta contra a vida, o maior dom de Deus para nós. Infelizmente há países que chegam a facilitar e até mesmo estimular esta prática para pacientes que sofrem ou para doentes mentais.

Na Suíça, por exemplo, uma decisão da Suprema Corte abriu o caminho para a legalização da assistência ao suicídio de pacientes mentalmente doentes. O país já permite legalmente o suicídio assistido para outros tipos de pacientes com uma ampla faixa de doenças e incapacidades físicas. É o império da “cultura da morte” através da eutanásia.

O Catecismo da Igreja ensina que:

§2280 – “Cada um é responsável por sua vida diante de Deus que lha deu e que dela é sempre o único e soberano Senhor. Devemos receber a vida com reconhecimento e preservá-la para sua honra e a salvação de nossas almas. Somos os administradores e não os proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela”.

§2281 – “O suicídio contradiz a inclinação natural do ser humano a conservar e perpetuar a própria vida. É gravemente contrário ao justo amor de si mesmo. Ofende igualmente o amor do próximo porque rompe injustamente os vínculos de solidariedade com as sociedades familiar, nacional e humana, às quais nos ligam muitas obrigações. O suicídio é contrário ao amor do Deus”.

Mas o Catecismo lembra também a respeito da pessoa que se suicida:

§2282 – “Se for cometido com a intenção de servir de exemplo, principalmente para os jovens, o suicídio adquire ainda a gravidade de um escândalo. A cooperação voluntária ao suicídio é contrário à lei moral. Distúrbios psíquicos graves, a angústia ou o medo grave da provação, do sofrimento ou da tortura podem diminuir a responsabilidade do suicida”.

Dessa forma, ninguém pode afirmar, com certeza, que a pessoa que se suicidou esteja condenada ao inferno. O Catecismo recomenda rezar por aqueles que se suicidaram

Certa vez o santo Cura D´Ars, São João Maria Vianney, ao celebrar a santa Missa notou que uma mulher vestida de luto estava no final da igreja, chorando. Seu marido havia suicidado na véspera, saltando da ponte de um rio. O santo foi até a ela, no final da Missa, e lhe disse: “pode parar de chorar, seu marido foi salvo, está no Purgatório; reze por sua alma”. E explicou à pobre viúva: “Por causa daquelas vezes que ele rezou o Terço com você, no mês de maio, Nossa Senhora obteve de Deus para ele a graça do arrependimento antes de morrer”. Não devemos duvidar dessas palavras.

Fonte: Vocacionados Menores/AASCJ