EU VOS AMO! VÓS SOIS A MINHA VIDA.

Segunda-feira, 28 de Maio de 2012

Juramento do Imperador


Um imperador fez o juramento de conquistar e eliminar do seu reino todos os seus inimigos.
Algum tempo depois, os súbditos viram o imperador que passeava pelos jardins imperiais, acompanhado com os seus piores inimigos, rindo e brincando com eles. Surpreendido, perguntou um dos seus cortesãos:
- O senhor não tinha jurado eliminar do seu reino todos os seus inimigos?
- Sim! Todos foram eliminados da minha lista, respondeu o imperador, tornei-os todos meus amigos!...



Pensa, responde e pergunta:

Se tu fosses uma flor, que flor serias?
Se fosses uma árvore, que árvore serias?
Se fosses uma cor, uma residência...



Se morresses, hoje:

Quem sentiria a tua falta?
O que desejarias ter realizado?
Que presente darias ao mundo?

Fonte: JAM


VEM DIVINO ESPÍRITO SANTO! ILUMINAI O NOSSO ESPÍRITO, DERRAMAI SOBRE ELE A ABUNDÂNCIA DOS VOSSO DONS!

Sábado, 26 de Maio de 2012

Frase do Dia

É Deus que leva o homem a deixar a sua terra, os seus pais, e as coisas agradáveis da vida, para que, em vez disto, dedicar-se ao trabalho entre escravos de galerias, encarcerados, crianças abandonadas e doentes, sem exigir outra coisa na vida.

Coisas assim, só Deus o pode efectuar. Não te esqueças nunca que foi Ele quem te chamou.

São Vicente de Paulo

Josué, 2


1. Josué, filho de Nun, despachou de Setim secretamente dois espiões: Ide, disse-lhes ele, e examinai a terra e a cidade de Jericó. Em caminho, entraram em casa de uma prostituta chamada Raab, onde se alojaram.
2. E foi avisado ao rei de Jericó: Entraram aqui de noite alguns israelitas para explorar a terra.
3. O rei mandou dizer a Raab: Faze sair esses homens que foram ter contigo e entraram em tua casa; porque vieram espionar a terra.
4. Mas a mulher ocultou os dois homens e respondeu: Vieram realmente uns homens à minha casa, mas eu não sabia de onde eram.
5. Pela tarde, quando se iam fechar as portas da cidade, eles partiram. Ignoro para onde foram. Persegui-os vós depressa e os alcançareis.
6. Ora, ela os fizera subir ao terraço de sua casa e os ocultara sob palhas de linho que ali havia.
7. Os homens enviados foram atrás deles pelo caminho, que conduz ao vau do Jordão, e as portas da cidade foram fechadas após a partida da patrulha.
8. Antes que se deitassem, Raab subiu ao terraço junto dos espiões e disse-lhes:
9. Eu sei que o Senhor vos entregou esta terra; o terror de vós apoderou-se de nós, e todos os habitantes da terra estão desanimados por vossa causa.
10. Ouvimos dizer como o Senhor secou as águas do mar Vermelho diante de vós, quando saístes do Egito, e como, além do Jordão, tratastes os dois reis dos amorreus, Seon e Og, os quais votastes ao interdito.
11. Quando ouvimos isso, nosso coração desfaleceu e ninguém mais tem coragem de vos resistir, porque o Senhor, vosso Deus, é o Deus nas alturas dos céus e aqui embaixo na terra.
12. Agora, vo-lo peço, jurai-me pelo Senhor, que, assim como usei de bondade para convosco, do mesmo modo poupareis a casa de meu pai.
13. Dai-me um sinal seguro de que salvareis meu pai, minha mãe, meus irmãos, minhas irmãs e todos os que lhe pertencem e livrareis as nossas vidas da morte.
14. Eles responderam-lhe: a custa de nossa vida salvaremos a vossa, contanto que não nos atraiçoeis. Quando o Senhor nos entregar esta terra, fiéis (à nossa promessa) tratar-te-emos com bondade.
15. Então, servindo-se de uma corda, ela desceu-os pela janela, pois a casa em que morava estava sobre o muro da cidade.
16. Ide para o monte, disse-lhes ela, para que não vos encontrem os vossos perseguidores. Ocultai-vos ali durante três dias, até que eles voltem; depois retomareis o vosso caminho.
17. Os homens disseram-lhe: Eis como havemos de cumprir o juramento a que nos obrigastes:
18. quando tivermos entrado na terra, porás este cordão vermelho na janela por onde nos fizeste descer; reúne em torno de ti, em tua casa, teu pai, tua mãe, teus irmãos, e toda a família de teu pai.
19. Se alguém ultrapassar a porta de tua casa e sair para fora, este será responsável pelo que acontecer, e nós seremos inocentes. Mas se alguém puser a mão sobre quem quer que seja que se encontrar contigo em tua casa, é sobre nós que isto cairá.
20. Se divulgares, porém, o que combinamos contigo, estaremos desobrigados do juramento que nos fizeste fazer.
21. Seja como dissestes, respondeu ela. Depois os despediu, e eles partiram. E ela pendurou o cordão vermelho na janela.
22. Eles foram para o monte, onde permaneceram durante três dias, até que voltassem os que os perseguiam. Estes, tendo buscado por todo o caminho os espiões, não os encontraram.
23. Os dois homens desceram então do monte e, voltando, passaram o Jordão. Foram para junto de Josué, filho de Nun, e contaram-lhe tudo o que se tinha passado.
24. O Senhor, disseram-lhe eles, entregou toda essa terra nas nossas mãos, pois todos os seus habitantes tremem diante de nós.

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Sexta-feira, 18 de Maio de 2012

Eclesiástico, 9


1. Não tenhas ciúme da mulher que repousa no teu seio, para que ela não empregue contra ti a malícia que lhe houveres ensinado.
2. Não entregues tua alma ao domínio de tua mulher, para que ela não usurpe tua autoridade e fiques humilhado.
3. Não lances os olhos para uma mulher leviana, para que não caias em suas ciladas.
4. Não freqüentes assiduamente uma dançarina, e não lhe dês atenção, para que não pereças por causa de seus encantos.
5. Não detenhas o olhar sobre uma jovem, para que a sua beleza não venha a causar tua ruína.
6. Nunca te entregues às prostitutas, para que não te percas com os teus haveres.
7. Não lances os olhos daqui e dali pelas ruas da cidade, não vagueies pelos caminhos.
8. Desvia os olhos da mulher elegante, não fites com insistência uma beleza desconhecida.
9. Muitos pereceram por causa da beleza feminina, e por causa dela inflama-se o fogo do desejo.
10. Toda mulher que se entrega à devassidão é como o esterco que se pisa na estrada.
11. Muitos, por haveres admirado uma beleza desconhecida, foram condenados, pois a conversa dela queima como fogo.
12. Nunca te sentes ao lado de uma estrangeira, não te ponhas à mesa com ela;
13. não a provoques a beber vinho, para não acontecer que teu coração por ela se apaixone, e que pelo preço de teu sangue caias na perdição.
14. Não abandones um velho amigo, pois o novo não o valerá.
15. Vinho novo, amigo novo; é quando envelhece que o beberás com gosto.
16. Não invejes a glória nem as riquezas do pecador, pois não sabes qual será a sua ruína.
17. Não sintas prazer com a violência dos injustos; sabe que o ímpio desagrada a Deus até na habitação dos mortos.
18. Afasta-te do homem que tem o poder de matar, e assim não saberás o que é temer a morte.
19. Mas, se dele de aproximares, cuida em não cometer nenhuma falta, para não acontecer que ele tire a tua vida.
20. Sabe que a morte está próxima, porque andas em meio de armadilhas, e no meio das armas de inimigos escolerizados.
21. Tanto quanto possível, desconfia de quem de ti se aproxima, e aconselha-te com os sábios e os prudentes.
22. Que os teus convivas sejam virtuosos. Põe tua glória no temor de Deus.
23. Que o pensamento de Deus ocupe o teu espírito, e os preceitos do Altíssimo sejam a tua conversa.
24. É pela obra de suas mãos que o artista conquista a estima; e um príncipe do povo, pela sabedoria de seus discursos; e os anciãos, pela prudência de suas palavras.
25. Um grande falador é coisa terrível na cidade; o homem de conversas imprudentes torna-se odioso.

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Sábado, 12 de Maio de 2012

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA - MAIO DE 2012

Pergunta:Quereis entregar-vos a Jesus, pela conversão dos pecadores, pela paz no mundo, e em reparação dos ultrages proferidos pelos homens conta o Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria?
Resposta: Sim.
E eu minha doce Mãe, por onde é que eu ando???
Tende piedade de mim Senhora!

Eclesiastes, 4


1. Pus-me então a considerar todas as opressões que se exercem debaixo do sol. Eis aqui as lágrimas dos oprimidos e não há ninguém para consolá-los. Seus opressores fazem-lhes violência e não há ninguém para os consolar.
2. E julguei os mortos, que estão mortos, mais felizes que os vivos que ainda estão em vida,
3. e mais feliz que uns e outros o aborto que não chegou à existência, aquele que não viu o mal que se comete debaixo do sol.
4. Vi que todo o trabalho, toda a habilidade numa obra, não passa de emulação de um homem diante do seu próximo. Isto é também vaidade e vento que passa.
5. O insensato cruza as mãos e devora sua própria carne.
6. Mais vale uma mão cheia de tranqüilidade, que as duas mãos cheias de trabalho e de vento que passa.
7. Vi ainda outra vaidade debaixo do sol:
8. eis um homem sozinho, sem alguém junto de si, nem filho, nem irmão; trabalha sem parar, e, não obstante, seus olhos não se fartam de riquezas. Para quem trabalho eu, privando-me de todo bem-estar? Eis uma vaidade e um trabalho ingrato.
9. Dois homens juntos são mais felizes que um isolado, porque obterão um bom salário de seu trabalho.
10. Se um vem a cair, o outro o levanta. Mas ai do homem solitário: se ele cair não há ninguém para o levantar.
11. Da mesma forma, se dormem dois juntos, aquecem-se; mas um homem só, como se há de aquecer?
12. Se é possível dominar o homem que está sozinho, dois podem resistir ao agressor, e um cordel triplicado não se rompe facilmente.
13. Mais vale um adolescente pobre, mas sábio, que um rei velho, mas insensato, que já não aceita conselhos;
14. porque ele sai da prisão para reinar, se bem que pobre de nascimento no seu reino.
15. Vi todos os viventes, que se acham debaixo do sol, apressarem-se junto do adolescente que o ia suceder;
16. era interminável o cortejo dessa multidão, à testa da qual ele caminhava. Contudo, a geração seguinte não se regozijará por sua causa. Tudo isso é ainda vaidade e vento que passa.
17. Vê onde pões teu pé quando entras no templo do Senhor. Mais vale a obediência que os sacrifícios dos insensatos, porque eles só sabem fazer o mal.

Bíblia Ave Maria - Todos os direitos reservados.

Domingo, 6 de Maio de 2012

AVÉ MARIA!


Mãe de todas a mais santa!

Quinta-feira, 3 de Maio de 2012

BEM-AVENTURANÇAS


Bem-aventurados os que são pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados os que tem fome e sêde por justiça, porque serão saciados.
Bem-aventurados os mansos porque eles herdarão a terra.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração porque verão a Deus.
Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque dêles é o reino dos céus.
Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos insultarem e vos perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós por causa de mim.
Bem-aventurados os pacificadores porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Regozijai-vos e exultai, porque é grande a vossa recompensa nos céus.

Quarta-feira, 2 de Maio de 2012

JESUS BOM PASTOR



Jesus manso e humilde de coração, como os cordeirinhos, fazei o meu coração semelhante ao vosso.

Segunda-feira, 30 de Abril de 2012

Frase do Dia

Arrancarei do seu peito o coração de pedra e dar-lhe-ei um coração de carne.

Ez 11,19

Daniel, 3


1. O rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro, de sessenta côvados de altura e seis de largura, e erigiu-a na planície de Dura, na província de Babilônia.
2. Depois convidou os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juristas, os juízes e todas as autoridades das províncias, a comparecerem à inauguração da estátua ereta pelo rei Nabucodonosor.
3. Assim sendo, reuniram-se os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juristas, os juízes e todas as autoridades das províncias para a inauguração da estátua ereta pelo rei, diante da qual todos permaneceram de pé.
4. Então foi feita por um arauto a seguinte proclamação: Povos, nações, (gentes de todas) as línguas, eis o que se traz a vosso conhecimento:
5. no momento em que ouvirdes o som da trombeta, da flauta, da cítara, da lira, da harpa, da cornamusa e de toda espécie de instrumentos de música, vós vos prostrareis em adoração diante da estátua de ouro ereta pelo rei Nabucodonosor.
6. Quem não se prostrar para adorá-la será precipitado sem demora na fornalha ardente!
7. Assim, logo que as pessoas ouviram o som da trombeta, da flauta, da cítara, da lira, da harpa, da cornamusa e de toda espécie de instrumentos de música, prosternaram-se todos, povos, nações e gentes de todas as línguas, em adoração diante da estátua de ouro ereta pelo rei Nabucodonosor.
8. Nesse mesmo momento, alguns caldeus aproximaram-se para caluniar os judeus.
9. Dirigiram-se ao rei Nabucodonosor: Senhor, disseram, longa vida ao rei!
10. Tu mesmo, ó rei, proclamaste por edital, que qualquer homem que ouvisse o som da trombeta, da flauta, da cítara, da lira, da harpa, da cornamusa e de toda espécie de instrumentos de música teria de prostrar-se em adoração diante da estátua de ouro,
11. e quem se recusasse seria precipitado na fornalha ardente.
12. Pois bem, há aí alguns judeus, a quem confiaste a administração da província de Babilônia, Sidrac, Misac e Abdênago, os quais não tomaram conhecimento do teu edito, ó rei: não rendem culto algum a teus deuses e não adoram a estátua que erigiste.
13. Nabucodonosor, dominado por uma cólera violenta, ordenou o comparecimento de Sidrac, Misac e Abdênago, os quais foram imediatamente trazidos à presença do rei.
14. Nabucodonosor disse-lhes: É verdade, Sidrac, Misac e Abdênago, que recusais o culto a meus deuses e a adoração à estátua de ouro que erigi?
15. Pois bem, estais prontos, no momento em que ouvirdes o som da trombeta, da flauta, da cítara, da lira, da harpa, da cornamusa e de toda espécie de instrumentos de música, a vos prostrardes em adoração diante da estátua que eu fiz?... Se não o fizerdes, sereis precipitados de relance na fornalha ardente; e qual é o deus que poderia livrar-vos de minha mão?
16. Sidrac, Misac e Abdênago responderam ao rei Nabucodonosor: De nada vale responder-te a esse respeito.
17. Se assim deve ser, o Deus a quem nós servimos pode nos livrar da fornalha ardente e mesmo, ó rei, de tua mão.
18. E mesmo que não o fizesse, saibas, ó rei, que nós não renderemos culto algum a teus deuses e que nós não adoraremos a estátua de ouro que erigiste.
19. Então a fúria de Nabucodonosor desencadeou-se contra Sidrac, Misac e Abdênago; os traços de seu rosto alteraram-se e ele elevou a voz para ordenar que se aquecesse a fornalha sete vezes mais que de costume.
20. Depois deu ordem aos soldados mais vigorosos de suas tropas para amarrar Sidrac, Misac e Abdênago, e jogá-los na fornalha ardente.
21. Esses homens foram então imediatamente amarrados com suas túnicas, vestes, mantos e suas outras roupas, e jogados na fornalha ardente.
22. Mas os homens que, por ordem urgente do rei, tinham superaquecido a fornalha e lá jogado Sidrac, Misac e Abdênago, foram mortos pelas chamas,
23. no momento em que eram precipitados na fornalha os três jovens amarrados.
24. Ora, estes passeavam dentro das chamas, louvando a Deus e bendizendo o Senhor.
25. Azarias, em pé bem no meio do fogo, fez a seguinte oração:
26. Sede bendito e louvado, Senhor, Deus de nossos pais! Que vosso nome seja glorioso pelos séculos!
27. Vós vois justo em todo o vosso proceder; vossas obras são justas, vossos caminhos são retos, vossos julgamentos são eqüitativos.
28. Exercestes um julgamento eqüitativo em tudo aquilo que nos infligistes e em tudo aquilo que infligistes à cidade santa de nossos pais, Jerusalém; foi em conseqüência de um julgamento eqüitativo que vós nos infligistes tudo isso por causa de nossos pecados.
29. Pecamos, erramos afastando-nos de vós; em tudo agimos mal.
30. Não obedecemos a vossos preceitos, não os pusemos em prática, não observamos as leis que nos destes para nossa felicidade.
31. Em todos os males que enviastes sobre nós, em tudo que nos infligistes, foi um justo julgamento que exercestes,
32. (mesmo) entregando-nos nas mãos de inimigos injustos, de ímpios enfurecidos, às mãos de um rei, o mais iníquo e o mais perverso de toda a terra.
33. Agora não ousamos nem mesmo abrir a boca: vergonha e ignomínia para vossos servos e a nós que vos adoramos.
34. Pelo amor de vosso nome, não nos abandoneis para sempre; não destruais de modo algum vossa aliança.
35. Não nos retireis vossa misericórdia em consideração a Abraão, vosso amigo, Isaac, vosso servo, Israel, vosso santo,
36. aos quais prometestes multiplicar sua descendência como as estrelas do céu e a areia que se encontra à beira do mar.
37. Senhor, fomos reduzidos a nada diante das nações, fomos humilhados diante de toda a terra: tudo, devido a nossos pecados!
38. Hoje, já não há príncipe, nem profeta, nem chefe, nem holocausto, nem sacrifício, nem oblação, nem incenso, nem mesmo um lugar para vos oferecer nossas primícias e encontrar misericórdia.
39. Entretanto, que a contrição de nosso coração e a humilhação de nosso espírito nos permita achar bom acolhimento junto a vós, Senhor,
40. como (se nós nos apresentássemos) com um holocausto de carneiros, de touros e milhares de gordos cordeiros! Que assim possa ser hoje o nosso sacrifício em vossa presença! Que possa (reconciliar-nos) convosco, porque nenhuma confusão existe para aqueles que põem em vós sua confiança.
41. É de todo nosso coração que nós vos seguimos agora, que nós vos reverenciamos, que buscamos vossa face.
42. Não nos confundais; tratai-nos com vossa habitual doçura e com todas as riquezas de vossa misericórdia.
43. Ponde em execução vossos prodígios para nos salvar, Senhor, e cobri vosso nome de glória.
44. Que sejam então confundidos aqueles que maltratam vossos servos, que eles sofram a vergonha de ver a ruína de seu poderio e o aniquilamento de sua força.
45. Assim saberão que sois o Senhor, o Deus único e glorioso sobre toda a superfície da terra.
46. Enquanto isso, os homens do rei, que os haviam lá jogado, não cessavam de alimentar a fornalha com nafta, estopa, resina e lenha seca.
47. Então, as chamas, subindo a quarenta e nove côvados acima da fornalha,
48. ultrapassaram a grade e queimaram os caldeus que se achavam perto.
49. Mas o anjo do Senhor havia descido com Azarias e seus companheiros à fornalha e afastava o fogo.
50. Fez do centro da fogueira como um lugar onde soprasse uma brisa matinal: o fogo nem mesmo os tocava, nem lhes fazia mal algum, nem lhes causava a menor dor.
51. Então os três jovens elevaram suas vozes em uníssono para louvar, glorificar e bendizer a Deus dentro da fornalha, neste cântico:
52. Sede bendito, Senhor Deus de nossos pais, digno de louvor e de eterna glória! Que seja bendito o vosso santo nome glorioso, digno do mais alto louvor e de eterna exaltação!
53. Sede bendito no templo de vossa glória santa, digno do mais alto louvor e de eterna glória!
54. Sede bendito por penetrardes com o olhar os abismos, e por estardes sentado sobre os querubins, digno do mais alto louvor e de eterna exaltação!
55. Sede bendito sobre vosso régio trono, digno do mais alto louvor e de eterna exaltação!
56. Sede bendito no firmamento dos céus, digno do mais alto louvor e de eterna glória!
57. Obras do Senhor, bendizei todas o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
58. Céus, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
59. Anjos do Senhor, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
60. Águas e tudo o que está sobre os céus, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
61. Todos os poderes do Senhor, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
62. Sol e lua, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
63. Estrelas dos céus, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
64. Chuvas e orvalhos, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
65. Ó vós, todos os ventos, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
66. Fogo e calor, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
67. Frio e geada, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
68. Orvalhos e gelos, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
69. Frios e aragens, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
70. Gelos e neves, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
71. Noites e dias, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
72. Luz e trevas, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
73. Raios e nuvens, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
74. Que a terra bendiga o Senhor, e o louve e o exalte eternamente!
75. Montes e colinas, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
76. Tudo o que germina na terra, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
77. Mares e rios, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
78. Fontes, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
79. Monstros e animais que vivem nas águas, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
80. Pássaros todos do céu, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
81. Animais e rebanhos, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
82. E vós, homens, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
83. Que Israel bendiga o Senhor, e o louve e o exalte eternamente!
84. Sacerdotes, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
85. Vós que estais a serviço do templo, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
86. Espíritos e almas dos justos, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
87. Santos e humildes de coração, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
88. Ananias, Azarias e Misael, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente, porque ele nos livrou da permanência nas trevas, salvou-nos da mão da morte; tirou-nos da fornalha ardente, e arrancou-nos do meio das chamas.
89. Glorificai o Senhor porque ele é bom, porque eterna é a sua misericórdia.
90. Homens piedosos, bendizei o Senhor, Deus dos deuses, louvai-o, glorificai-o, porque é eterna a sua misericórdia!
91. Então Nabucodonosor, admirado, levantou-se precipitadamente, dizendo a seus conselheiros: Não foram três homens amarrados que jogamos no fogo? Certamente, majestade, responderam. _
92. Pois bem, replicou o rei, eu vejo quatro homens soltos, que passeiam impunemente no meio do fogo; o quarto tem a aparência de um filho dos deuses.
93. Dito isto, Nabucodonosor, aproximando-se da porta da fornalha, exclamou: Sidrac, Misac, Abdênago, servos do Deus Altíssimo, saí, vinde! Então Sidrac, Misac e Abdênago saíram do meio do fogo.
94. Os sátrapas, os prefeitos, os governadores e os conselheiros do rei, em grupos à volta, verificaram que o fogo não tinha tocado nos corpos desses homens, que nenhum cabelo de suas cabeças tinha sido queimado, que suas vestes não tinham sido estragadas e que eles não traziam nem indício do odor de fogo!
95. Nabucodonosor tomou a palavra: Bendito seja, disse, o Deus de Sidrac, de Misac e de Abdênago! Ele enviou seu anjo para salvar seus servos, os quais, depositando nele toda a sua confiança, e transgredindo as ordens do rei, preferiram expor suas vidas a se prostrarem em adoração diante de um deus que não era o seu.
96. (Em conseqüência) dou ordem, que todo homem, pertencente a qualquer povo, nação ou língua, que ousar falar mal, seja o que for, contra o Deus de Sidrac, Misac e Abdênago, seja despedaçado e sua casa reduzida a um montão de imundícies; porque não há outro deus capaz de realizar uma libertação assim!
97. Depois o rei ainda melhorou a situação de Sidrac, Misac e Abdênago na província de Babilônia.
98. Do rei Nabucodonosor a todos os povos, nações e pessoas de todas as línguas que habitam a terra, felicidade e prosperidade!
99. Pareceu-me bom fazer-vos conhecer os milagres e prodígios que o Deus Altíssimo operou em mim.
100. Oh! como são grandes seus milagres e como são poderosos seus prodígios! Seu reinado é um reinado eterno, e sua dominação perdura de geração em geração.

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Quarta-feira, 25 de Abril de 2012


Meu Jesus, meu Senhor e meu Deus!

Eu creio, adoro, espero e amo-Vos, peço perdão para os que não crêem não adoram, não esperam e não Vos amam!

Daniel, 2


1. No segundo ano de seu reinado, Nabucodonosor teve sonhos que lhe perturbaram a tal ponto o espírito, que perdeu o sono.
2. Mandou chamar os escribas, os mágicos, os feiticeiros e os caldeus para lhe fazerem a interpretação. Estes vieram apresentar-se diante do rei.
3. Tive um sonho, disse-lhes, e meu espírito se consome à procura do significado.
4. Os caldeus responderam ao rei (em língua aramaica): Senhor, longa vida ao rei! Narra teu sonho para que teus servos dêem a interpretação.
5. O rei disse aos caldeus: para mim é coisa decidida: se não me explicardes o conteúdo do sonho bem como sua significação, sereis estraçalhados e vossas casas reduzidas a um montão de imundícies.
6. Mas se me revelardes tanto o conteúdo quanto a significação do sonho, recebereis de mim donativos, presentes e grandes testemunhos de honra. Portanto, dizei-me meu sonho e o que ele significa.
7. De novo responderam: Que o rei narre o sonho a seus servos e nós faremos a interpretação.
8. Sei agora perfeitamente, continou o rei, que procurais ganhar tempo, porque sabeis que estou bem decidido
9. a aplicar-vos a dita sentença, se não me revelardes o conteúdo de meu sonho. Estais combinados a mentir-me e a enganar-me, esperando que as circunstâncias mudem. Vamos, dizei-me o que sonhei e eu saberei se sois capazes de dar a interpretação.
10. Os caldeus deram ao rei esta resposta: Não há homem algum sobre a terra que possa fazer o que exige o rei. E, de fato, jamais rei algum, por maior e mais poderoso que tenha sido, pediu tamanha coisa a um escriba, mágico ou caldeu.
11. A questão proposta pelo rei é difícil e ninguém poderia dar a solução ao rei, a não ser os deuses que estão excluídos do trato com os seres carnais.
12. Com isso, o rei encolerizou-se e, na sua fúria, deu ordem para matarem todos os sábios de Babilônia.
13. A sentença foi publicada e o massacre dos sábios começou. Procuravam Daniel e seus comapanheiros para matá-los,
14. quando este dirigiu a Arioc, chefe da guarda do rei, que havia saído para executar todos os sábios babilônios, palavras cheias de prudência e sabedoria:
15. Por que, perguntou-lhe, uma sentença tão severa da parte do rei? Arioc expôs-lhe o assunto,
16. e logo Daniel decidiu-se ir ao rei, para pedir-lhe a concessão de uma prorrogação: daria então ao rei a interpretação (pedida).
17. Logo que voltou do rei, Daniel pôs a par do assunto seus companheiros Ananias, Misael e Azarias.
18. Pediu-lhes para implorarem a misericórdia do Deus dos céus a respeito desse enigma, a fim de que não matassem Daniel e seus companheiros com o resto de Babilônia.
19. O mistério foi então revelado a Daniel numa visão noturna. Pelo que, bendizendo o Deus dos céus,
20. Daniel expressou-se como segue: Bendito seja o nome de Deus de eternidade em eternidade, porque a ele pertencem a sabedoria e o poder!
21. É ele quem faz mudar os tempos e as circunstâncias; é ele quem depõe os reis e os enaltece; é ele quem dá sabedoria aos sábios e talento aos inteligentes.
22. É ele quem revela os profundos e secretos mistérios, quem conhece o que está mergulhado nas trevas, junto ao qual habita a luz.
23. Ó Deus de meus pais, eu vos exalto e vos louvo, porque vós me destes a prudência e a força, e porque vós nos manifestastes o que vos pedimos, revelando-nos o sonho do rei.
24. Depois disso, Daniel foi procurar Arioc, a quem o rei tinha incumbido do massacre dos sábios de Babilônia. E falou-lhe assim: Não mandes matar os sábios de Babilônia. Introduze-me à presença do rei para que eu lhe dê a explicação.
25. Arioc apressou-se em conduzir Daniel junto ao rei, dizendo-lhe: Achei, entre os deportados da Judéia, um homem que dará ao rei a explicação desejada.
26. O rei dirigiu a palavra a Daniel (que tinha o cognome de Baltazar): És realmente capaz, disse-lhe, de desvendar-me o sonho que tive e fornecer-me a interpretação?
27. O mistério cuja revelação o rei pede, respondeu Daniel ao rei, nem os sábios, nem os mágicos, nem os feiticeiros, nem os astrólogos são capazes de revelar-lhos.
28. Mas no céu existe um Deus que desvenda os mistérios, o qual quis revelar ao rei Nabucodonosor o que deve suceder no decorrer dos tempos. Eis, portanto, teu sonho e as visões que se apresentaram a teu espírito quando estavas em teu leito.
29. Senhor, os pensamentos que vieram ao teu espírito, enquanto estavas em teu leito, são previsões do futuro: aquele que revela os mistérios mostrou-te o futuro.
30. Quanto a mim, se esse mistério me foi desvendado, não é que haja mais sabedoria em mim do que nos outros homens, mas para eu dar ao rei a interpretação, a fim de que se faça luz nos pensamentos do teu coração.
31. Senhor: contemplavas, e eis que uma grande, uma enorme estátua erguia-se diante de ti; era de um magnífico esplendor, mas de aspecto aterrador.
32. Sua cabeça era de fino ouro, seu peito e braços de prata, seu ventre e quadris de bronze,
33. suas pernas de ferro, seus pés metade de ferro e metade de barro.
34. Contemplavas (essa estátua) quando uma pedra se descolou da montanha, sem intervenção de mão alguma, veio bater nos pés, que eram de ferro e barro, e os triturou.
35. Então o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro foram com a mesma pancada reduzidos a migalhas, e, como a palha que voa da eira durante o verão, foram levados pelo vento sem deixar traço algum, enquanto que a pedra que havia batido na estátua tornou-se uma alta montanha, ocupando toda a região.
36. Eis o sonho. Agora vamos dar ao rei a interpretação.
37. Senhor: tu que és o rei dos reis, a quem o Deus dos céus deu realeza, poder, força e glória;
38. a quem ele deu o domínio, onde quer que habitem, sobre os homens, os animais terrestres e os pássaros do céu, tu és a cabeça de ouro.
39. Depois de ti surgirá um outro reino menor que o teu, depois um terceiro reino, o de bronze, que dominará toda a terra.
40. Um quarto reino será forte como o ferro: do mesmo modo que o ferro esmaga e tritura tudo, da mesma maneira ele esmagará e pulverizará todos os outros.
41. Os pés e os dedos, parte de terra argilosa de modelar, parte de ferro, indicam que esse reino será dividido: haverá nele algo da solidez do ferro, já que viste ferro misturado ao barro.
42. Mas os dedos, metade de ferro e metade de barro, mostram que esse reino será ao mesmo tempo sólido e frágil.
43. Se viste o ferro misturado ao barro, é que as duas partes se aliarão por casamentos, sem porém se fundirem inteiramente, tal como o ferro que não se amalgama com o barro.
44. No tempo desses reis, o Deus dos céus suscitará um reino que jamais será destruído e cuja soberania jamais passará a outro povo: destruirá e aniquilará todos os outros, enquanto que ele subsistirá eternamente.
45. Foi o que pudeste ver na pedra deslocando-se da montanha sem a intervenção de mão alguma, e reduzindo a migalhas o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. Deus, que é grande, dá a conhecer ao rei a sucessão dos acontecimentos. O sonho é bem exato, e sua interpretação é digna de fé.
46. Nesse instante, o rei Nabucodonosor atirou-se de rosto em terra, prostrado diante de Daniel; depois ordenou que lhe fossem oferecidos oblações e perfumes.
47. Dirigindo-se a Daniel, disse o rei: Vosso Deus é verdadeiramente o Deus dos deuses, o Senhor dos reis; é também o revelador dos mistérios, já que pudeste revelar este.
48. O rei elevou Daniel em dignidade, deu-lhe numerosos e ricos presentes; constituiu-o governador de toda a província de Babilônia e o tornou chefe supremo de todos os sábios de Babilônia.
49. Daniel pediu ao rei e confiou a Sidrac, Misac e Abdênago a administração da província de Babilônia. E Daniel permaneceu na corte real.

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Sexta-feira, 20 de Abril de 2012



MEU SENHOR E MEU DEUS, EU ME ENTREGO NAS VOSSAS MÃOS, FAZEI EM MIM SEGUNDO A VOSSA VONTADE!

SÓ VOS PEÇO DAI-ME FORÇAS EM CADA DIA PARA LEVAR A MINHA CRUZ E ME LEVANTAR A CADA QUEDA!

TENDE PIEDADE DE MIM SENHOR, POBRE PECADORA, MAS QUE QUER SER VOSSA SERVA!

EU CREIO, ADORO, ESPERO E AMO-VOS SOBRE TODAS COISAS!

Daniel, 1


1. No terceiro ano do reinado de Joaquim, rei de Judá, Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio sitiar Jerusalém.
2. O Senhor entregou-lhe Joaquim, rei de Judá, bem como parte dos objetos do templo, que Nabucodonosor transportou para a terra de Senaar, para o templo de seu deus: foi na sala do tesouro do templo de seu deus que ele os colocou.
3. O rei deu ordem ao chefe de seus eunucos, Asfenez, para trazer-lhe jovens israelitas, oriundos de raça real ou de família nobre,
4. isentos de qualquer tara corporal, bem proporcionados, dotados de toda espécie de boas qualidades, instruídos, inteligentes, aptos a ingressarem (nos serviços do) palácio real; ser-lhes-ia ensinado a escrever e a falar a língua dos caldeus.
5. O rei destinou-lhes uma provisão cotidiana, retirada das iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia. A formação deles devia durar três anos, após o que entrariam a serviço do rei.
6. Entre eles encontravam-se alguns judeus: Daniel, Ananias, Misael e Azarias.
7. O chefe dos eunucos deu-lhes outros nomes: a Daniel, o de Baltasar; a Ananias, o de Sidrac; a Misael, o de Misac; e a Azarias, o de Abdênago.
8. Daniel tomou a resolução de não se contaminar com os alimentos do rei e com seu vinho. Pediu ao chefe dos eunucos para deles se abster.
9. Este, graças a Deus, tomado de benevolência para com Daniel, atendeu-o de boa vontade,
10. mas disse-lhe: Temo que o rei, meu senhor, que estabeleceu vossa alimentação e vossa bebida, venha a notar vossas fisionomias mais abatidas do que as dos outros jovens de vossa idade, e que por vossa causa eu me exponha a uma repreensão da parte do rei.
11. Mas Daniel disse ao dispenseiro a quem o chefe dos eunucos havia confiado o cuidado de Daniel, Ananias, Misael e Azarias:
12. Rogo-te, faze uma experiência de dez dias com teus servos: que só nos sejam dados legumes a comer e água a beber.
13. Depois então compararás nossos semblantes com os dos jovens que se alimentam com as iguarias da mesa real, e farás com teus servos segundo o que terás observado.
14. O dispenseiro concordou com essa proposta e os submeteu à prova durante dez dias.
15. No final deste prazo, averiguou-se que tinham melhor aparência e estavam mais gordos do que todos os jovens que comiam das iguarias da mesa real.
16. Em conseqüência disso o dispenseiro retirava os alimentos e o vinho que lhes eram destinados, e mandava servir-lhes legumes.
17. A esses quatro jovens, Deus concedeu talento e saber no domínio das letras e das ciências. Daniel era particularmente entendido na interpretação de visões e sonhos.
18. Ao fim do prazo fixado pelo rei para a apresentação, o chefe dos eunucos introduziu-os na presença de Nabucodonosor,
19. o qual palestrou com eles. Entre todos os jovens nenhum houve que se comparasse a Daniel, Ananias, Misael e Azarias. Por isso entraram eles a serviço do rei.
20. Em qualquer negócio que necessitasse de sabedoria e sutileza, e que o rei os consultasse, este achava-os dez vezes superiores a todos os escribas e mágicos do reino.
21. (Assim) viveu Daniel até o primeiro ano do reinado de Ciro.
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