EU VOS AMO! VÓS SOIS A MINHA VIDA.

domingo, 19 de setembro de 2010

VIVER COMO POVO SACERDOTAL

Há pelo menos dois cânticos cujo refrão menciona a Igreja como “povo sacerdotal”. Num esta característica está associada à afirmação dos fiéis como “pedras vivas do templo do Senhor”. E fala deste “templo” chamando-lhe “Igreja santa de Deus”. No outro, a Igreja é referida como “povo de reis, assembleia santa, povo sacerdotal, povo de Deus” e é convidada a bendizer o seu Senhor. A qualidade sacerdotal está associada num e noutro caso ao culto prestado a Deus e à acção de louvor pelo que Ele é e pelas suas obras admiráveis que enchem de júbilo os seus filhos.

Pode parecer estranho, mas é verdade: na Igreja, todos os fiéis são sacerdotes e como tal devem viver e agir. Isto quer dizer que receberam a graça e o convite a aproximarem-se de Deus e a viverem, pessoal e comunitariamente, em permanente comunhão com Ele. Não apenas quando rezam, participam na missa ou pensam em Deus. Sempre, todos os dias e durante o dia todo, façam o que fizerem e onde quer que estejam. Trata-se, na verdade, de acolher o amor incondicional de Deus e viver a relação filial com Ele, mediante Cristo e animados pelo Espírito Santo.

O modelo é Jesus Cristo. É também n’Ele que cada cristão encontra ajuda para viver o seu sacerdócio baptismal. A Carta aos Hebreus, que desenvolve amplamente o sacerdócio de Cristo, explicitando a diferença radical em relação ao sacerdócio como era entendido e exercido até então, exorta os cristãos a considerarem Jesus “como o Sumo Sacerdote da fé” que professam (3,1). Ele derramou o seu sangue e “ofereceu-se a si mesmo a Deus”. Assim, aproximou de Deus os homens (7,25), introduziu-os na relação filial com Ele e ajuda-os na sua caminhada para a morada eterna, a fim de que em tudo obedeçam a Deus e levem uma vida santa. Este é o culto verdadeiro que prestam ao Deus vivo.

Viver como sacerdote, nesta grande dignidade concedida a todos os baptizados, significa, antes de mais, reconhecer e aceitar Deus na própria vida. É saber-se amado imensamente por Deus, confiar n’Ele em todas as circunstâncias e orientar-se por Ele nas opções e caminhos da vida. Nesta relação, o cristão encontra em tudo sinais do amor de Deus e apelos a amá-lo sempre mais, numa adesão generosa à vocação à santidade, a realizar em si de modo sempre mais pleno a imagem e semelhança de Deus. O caminho é o empenho por imitar Jesus, aprendendo com Ele a viver. A ajuda infalível é o Espírito Santo, como guia e mestre interior. O mesmo Espírito impele também à relação e à comunhão com os demais cristãos; e concede dons especiais com que enriquece o espírito e a personalidade de cada cristão, tornando-o apto para as boas obras e capaz de enriquecer e colaborar na comunidade cristã.

Cada cristão vive o sacerdócio baptismal também quando participa na Eucaristia e nos demais sacramentos. Participa! Nas celebrações, todos os fiéis são chamados a tomar parte activa e não apenas a assistir a uma acção que outros realizam. Esta é uma mudança recente a que muitos ainda não aderiram. A participação faz-se com a atitude interior de fé, de amor a Deus, de entrega de si mesmo e de adesão. Escutam activamente, rezam e cantam. Entregam ofertas, saúdam os irmãos e interessam-se uns pelos outros. Comungam do corpo de Cristo. E saem com a missão de iluminar e dar novo sabor à vida de cada dia com a graça de Deus, tanto no ambiente familiar como no trabalho e na vida social. Assim toda a sua vida se torna santa e agradável a Deus. E eles orientam para Ele a vida do mundo.

Nesta relação sacerdotal dos fiéis, quer na vida de todos os dias quer nas celebrações litúrgicas e na oração, aqueles que receberam a missão de exercer o ministério sacerdotal, os padres (chamados também presbíteros), pelo seu poder sagrado, formam e conduzem o povo sacerdotal e os seus membros, realizam o sacrifício eucarístico fazendo as vezes de Cristo e oferecem-no a Deus em nome de todo o povo (cf LG 10). Deus comunica os seus dons aos fiéis quer directamente quer mediante os ministros sagrados. Estes são muito importantes para o serviço do povo de Deus, mas não são tudo. Há graças de Deus que são concedidas aos fiéis sem passarem pelas mãos dos sacerdotes ministros. Os fiéis podem e devem também cultivar uma relação pessoal com Deus sem estarem dependentes dos ministros sagrados, embora em alguns aspectos não possam passar sem o serviço sacerdotal.

Padre Jorge Guarda/Canção Nova

sábado, 18 de setembro de 2010

Abençoados sejam os nossos pais


Todos os dias devem ser dedicados aos pais e à valorização do ingente papel paterno na família, constituída pelo casamento do homem com a mulher, dentro da convocação da Igreja, para terem filhos e os educarem na fé. Na comunidade família, o pai é chamado a viver o seu dom.
A paternidade começa no compromisso de vida do marido para com a sua esposa, baseando-se no amor desinteressado e generoso. Descobrir a beleza de colaborar no plano da criação e se responsabilizar pelo futuro é por demais belo para que não contemplemos essa bonita missão recebida de Deus!
Os filhos e filhas devem ter a oportunidade de reconhecer no pai a presença do amor, da escuta e do apoio oportuno para o seu crescimento, para se tornarem pessoas que experimentem o amor e vivam com equilíbrio a vida humana e com conhecimento dos seus direitos e responsabilidades. Também receberão o apoio para alcançar a auto-estima, a autêntica autonomia e independência para compartilhar e celebrar os seus sucessos, e dar conforto quando confrontado com o fracasso.
Os pais não serão julgados pelo valor dos bens materiais que eles possam ou devam proporcionar a seus filhos: o que realmente importa é a forma como o Pai orienta seus filhos para Jesus Cristo e qual o papel de modelo de fidelidade de valores ele realmente apresenta no seio de sua família. Neste sentido, o pai é chamado a assegurar o desenvolvimento harmonioso e de união entre todos os membros da sua família e partilha com a esposa a formação dos filhos.
Porém compartilhamos também as angústias de muitos pais, que hoje, frente às frustrações da procura por emprego, ou de desejo de dar o melhor pela sua família, sem poder fazê-lo olham com preocupação a vida de sua família e o futuro de seus filhos. Aqui temos a necessidade de uma sociedade mais justa e solidária que devemos construir com a nossa participação.
Deus é a fonte da vida e do amor em que a família vive no mundo de hoje. O Papa Paulo VI já nos recordava na Encíclica Humanae Vitae que o casamento “não é efeito do acaso ou do produto da evolução de forças naturais inconscientes: é uma instituição sapiente do Criador para realizar na humanidade o seu desígnio de amor” (HV 8).
Daí que na missão de pai este é convidado a frutificar e ter a vida ao máximo, exercendo sua função específica biológica e psicológica no contexto da família. Mais do que nunca hoje notamos a necessidade desse equilíbrio familiar e o papel do Pai na formação humana de seus filhos. Não se pode abdicar dessa obrigação fundamental da célula da sociedade que é a família e a missão que esta tem no presente e futuro da sociedade. Para os cristãos isso se reveste de uma vocação e conta com a graça de Deus para que possa corresponder ao chamado de Deus para bem desempenhá-la.
Em resumo poderíamos dizer que a missão do Pai é uma vocação, em última instância, do próprio matrimónio. Este significa uma união de pessoa com todos os seus valores, e tudo o que deve representar a medida de sua própria dignidade. Todo homem e toda mulher devem doar-se mutuamente em dom sincero de si, através das expressões de sua masculinidade e de feminilidade, o que trespassará certamente para o seu relacionamento com os filhos que virão de sua união.
A família é desafiada com variados problemas urgentes e inúmeros ataques e crises que são, na verdade, provocados pelas tendências de uma sociedade em mudança. Portanto, é importante lembrar que os cônjuges têm uma importante missão na educação dos seus filhos, passando-lhes valores e nobres ideais.
Neste contexto, surge o conceito de Pai como serviço no amor, conforme nos recorda o Papa Paulo VI: “na tarefa de transmitir a vida, os pais não são livres para procederem à vontade, como se pudessem determinar de forma totalmente autónoma as vias honestas a seguir, mas devem conformar a sua actividade de acordo com a intenção criadora de Deus, expressa na própria natureza do matrimónio e de seus actos”.
A criança não pode exercer certas fases de sua maturidade psicológica sem a ajuda paterna, que a ajuda a ousar e a enfrentar as adversidades da vida. O pai educa principalmente pela sua conduta pessoal, que consigo também carrega os variados aspectos da sua própria identidade. Os filhos e também filhas olham para a figura paterna muito mais do que apenas uma extensão de seus conhecimentos limitados. Olham para seus gestos, suas expressões e para o seu testemunho. Procuram neste um valor e um sentido de suas vidas, que encontrarão, certamente, na realidade das coisas, na vida que se apresentará diante deles, um dia.
Em suma, a paternidade é um “link” para as consciências dos filhos, que os orienta na condução moral e nos princípios éticos de suas existências.
Rogamos hoje a São José, como modelo de pai, que abraçou por inteiro as suas responsabilidades e que ressalta sempre em nós a sua firmeza e sua perseverança, confiando sempre em Deus. Imagens de São José com frequência o retratam segurando uma régua de carpinteiro, mas que podem muito bem simbolizar não só o seu ofício, mas também a sua capacidade de governar e medir as suas posições como homem de família e como pessoa de fé.
São Bento, grande mestre da espiritualidade, diz que o abade de um mosteiro tem que mostrar a atitude dura de um mestre e a ternura de um pai. O mesmo se deveria aplicar aos pais de família. Devem ser tanto carinhosos com seus filhos, enquanto agem com firmeza na sua educação.
Rezemos para que os pais possam transmitir as verdades da nossa fé católica aos seus filhos e dar um bonito testemunho de discipulado e missionariedade, para que a sua família, rezando e celebrando unidos a sua fé, seja a autêntica Igreja doméstica, parcela da Igreja de Cristo.
Que Deus abençoe todos os pais

Fonte: JAM

Oração pedindo a graça da paciência


Doce soberanda, inocente criatura, Vós sofrestes com tanta paciência, e eu, que mereci o inferno, recusarei sofrer? Não, minha Mãe, a graça que vos peço hoje é não ser isento de cruzes, mas levá-las com paciência. Pelo amor de Jesus, obtende-me de Deus esta graça, que Vos suplico: de Vós é que espero.

Extraído do livro: “As mais belas orações a Nossa Senhora”.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

EDITH STEIN


Edith nasceu em 1891, no seio de uma família judia alemã. Dos doze irmãos, era a mais nova. Aos dois anos ficou órfã de pai. A sua mãe, uma mulher forte e disciplinada, encarrega-se da educação dos filhos.Em 1921, com 30 anos, quando passava as férias grandes em casa de uns amigos, descobriu um livro que lhe mudou a vida.

Narra ela: “Certo dia, por acaso, veio-me à mão um livro bastante volumoso intitulado: “Vida de santa Teresa escrita por ela mesma. Comecei a ler. Fiquei logo cativada e não deixei o livro sem o terminar. Quando o fechei, disse para comigo: Aqui está a verdade!” A seguir compra um catecismo católico e um missal e entra pela primeira vez numa igreja para assistir à missa. No final vai pedir o baptismo ao sacerdote que a interroga sobre a doutrina cristã, passando ela perfeitamente o exame’. Assim, recebe o baptismo a 1 de Janeiro de 1922, impondo-se o nome de Teresa. Comunga a seguir e desde então é fiel à comunhão quotidiana.

Pensa entrar no Carmelo mas o director espiritual dissuade-a, pois no mundo poderia prestar maior serviço ao Reino de Deus. Dá conferências por toda a parte, quer de índole filosófica quer cristã (gostava de falar da vocação e papel da mulher na Igreja). O grande filósofo Husserl escolhe-a como assistente universitária. Mas já vivia totalmente para Deus (frequentava sobretudo a abadia de Beuron dando-se ao silêncio e à oração) e acaba por entrar no Carmelo a 15 de Outubro, festa de S. Teresa, de 1933, com 42 anos, apesar da oposição firme da mãe que também não tinha aceitado a sua conversão ao catolicismo, o que mais fazia sofrer Edith, dando esse passo “nas trevas da fé”.

Todavia, após a conversão, mais sentiu as suas raízes hebraicas, consciente de que Jesus e Maria “eram do seu próprio sangue” e oferecendo a vida pelo seu povo. No Carmelo encontrou a “solidão sonora” cheia da presença de Deus Esposo da alma: “a essência do ser cristão não é o saber mas o amor - Deus é amor”. Ela ia compreendendo cada vez mais profundamente o mistério da cruz e do amor através de longas horas de oração e de sacrifícios.
Para escapar à perseguição nazista fugiu em 1940 da Alemanha para o convento de Echt, na Holanda. Mas a 2 de Agosto de 1942 a Gestapo entrou de rompante no convento e levou as duas irmãs Stein (uma sua irmã também aí se tinha refugiado).

Ela tinha terminado justamente o seu livro “Ciência da Cruz” sobre a vida e doutrina de S. João da Cruz. No campo de concentração continuou a usar o hábito de carmelita, procurando a todos ajudar, por todos rezar e particularmente sofrer.

Conseguiu escrever à superiora onde dizia: “A Ciência da Cruz só se aprende quando se começa por sofrer verdadeiramente o peso da Cruz”. Porém, como ela escreveu: “O madeiro da Cruz tornou-se luz de Cristo”. E levou a cruz até ao calvário, como Jesus. Uma companheira que conseguiu escapar do campo de concentração recorda-a como mulher do silêncio, como “uma virgem das dores, uma Pietà sem o Cristo”.
Morreu a 9 de Agosto de 1942 (um ano após o P. Maximiliano Kolbe) no campo de concentração de Auschwitz (Polónia) na câmara de gás, sendo o seu corpo reduzido a cinzas no forno crematório, como tantos outros judeus (morreu solidária com o seu povo, pois nunca perdeu a consciência viva da sua pertença).

João Paulo II beatificou-a a 1 de Maio de 1987 e canonizou-a a 11 de Outubro de 1998, exaltando o amor à verdade desta “eminente filha de Israel e filha fiel da Igreja”. O mesmo Papa declarou-a, juntamente com S. Brígida e S. Catarina de Sena, Padroeira da Europa (juntamente com S. Bento e S. Cirilo e Metódio já anteriormente designados).

Lições que tiramos da sua vida

1) Entrega total ao Senhor, vivendo em intimidade com Ele, unida particularmente à Sua paixão, impondo-se o nome de Teresa da Cruz
e compreendendo bem a “Ciência da Cruz”;
2) Amor a Maria, procurando imitá-la, ciente de que tal imitação é imitação de Cristo, “porque Maria foi a primeira a imitar Cristo”;
3) Intelectual (filósofa) brilhante, sempre em busca da Verdade (“a minha sede de verdade era já em si mesma uma oração”) que encontrou plenamente em Deus-Amor que contemplava na oração (que definia como “relação da alma com Deus”);
4) A conversão ao catolicismo mais a fez tomar consciência das suas raízes judaicas, oferecendo a vida pelo seu povo.

1) Entrega total ao Senhor, vivendo em intimidade com Ele, unida particularmente à Sua paixão, impondo-se o nome de Teresa da Cruz
e compreendendo bem a “Ciência da Cruz”;
2) Amor a Maria, procurando imitá-la, ciente de que tal imitação é imitação de Cristo, “porque Maria foi a primeira a imitar Cristo”;
3) Intelectual (filósofa) brilhante, sempre em busca da Verdade (“a minha sede de verdade era já em si mesma uma oração”) que encontrou plenamente em Deus-Amor que contemplava na oração (que definia como “relação da alma com Deus”);
4) A conversão ao catolicismo mais a fez tomar consciência das suas raízes judaicas, oferecendo a vida pelo seu povo.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O Santo Padre Pio e as Almas do Purgatório


Muito do que, por vezes, se conta sobre aparições de almas do Purgatório, pode atribuir-se as ilusões, ou ter uma explicação natural, de ordem parapsicológica.
Isso porém não invalida que Deus possa servir-se de "aparições" dignas de crédito (do mesmo modo que algumas aparições de anjos ou de Nossa Senhora), por exemplo, algumas narradas pelo Santo P. Pio, na linha de outras narradas por Santa Margarida Maria e outros Santos:
Numa tarde, o padre Pio estava num quarto, na parte baixa do convento, destinada a receber hóspedes. Estava só, a descansar sobre o sofá, quando de repente, lhe apareceu um homem envolto numa capa escura.
O padre Pio, surpreso, ergueu-se e perguntou quem era e o que queria. O estranho respondeu que era uma alma do Purgatório: "Eu sou Pietro Di Mauro. Morri num incêndio neste convento, em 18 de Setembro de 1.908".
(Na realidade este convento, depois da desapropriação dos bens eclesiásticos, tinha sido transformado numa casa de repouso para anciãos). «Morri entre as chamas enquanto dormia, no meu colchão feito de palha, exactamente neste quarto.
Estou no Purgatório, mas o bom Deus, deixou-me vir aqui a pedir-lhe q celebre por mim a santa missa de amanhã pelo meu descanso eterno. Graças a ela, eu poderei entrar no Paraíso".
O P. Pio disse que sim, que celebraria a santa missa pela sua alma.
"Eu, quis acompanhá-lo - diz ele - até à porta do convento para me despedir, como se fosse uma qualquer, mas repentinamente, ele desapareceu.
Compreendi q havia falado com 1 pessoa morta e reentrei no convento bastante amedrontado.
O Padre Superior do convento, Paolino de Casacalenda, notou o meu nervosismo, e então contei-lhe o q havia acontecido, pedindo-lhe permissão para celebrar a Santa Missa da manhã seguinte por aquela alma necessitada".
O Padre Paolino, despertado pela curiosidade, foi consultar o registo de óbitos da comunidade de St. Giovanni Rotondo, e pôde verificar que a história do Padre Pio era verdadeira, pois no registo encontrou o nome, o apelido e a razão da morte: No dia 18 de Setembro de 1908, no incêndio da casa de repouso, morrera o Sr. Pietro Di Mauro.
A Sra. Cleonice Morcaldi, era devota do santo padre Pio. Depois de um mês da morte de sua mãe, o Padre Pio aproximou-se dela após a confissão, e disse: "Nesta manhã, a sua mãe foi para o Céu. Vi-a enquanto celebrava a Santa Missa".
O Santo Padre Pio contou também ao Padre Anastásio: "Uma tarde, enquanto estava a rezar sozinho, vi um monge jovem que se mexia próximo do altar parecendo espanar os candelabros e regar os vasos das flores.
Pensei q fosse o Padre Leone, q andasse a preparar o altar, e como era a hora do jantar, aproximei-me dele e disse: "P. Leone vá jantar, ñ está na hora de espanar e preparar o altar".
Mas uma voz q não era a voz do padre Leone respondeu-me: "Eu não sou o Padre Leone." Sou um irmão seu q fez o noviciado aqui. A minha missão era limpar o altar durante o ano do noviciado. Desgraçadamente, durante todo esse tempo, não reverenciei a Jesus Sacramentado em nenhuma das vezes em q passava em frente ao altar. Por esse descuido ainda estou no Purgatório. Agora, Deus, na sua bondade infinita, enviou-me aqui para que determine o dia em que eu passarei a gozar o Paraíso."
- Amanhã celebrarei a Santa Missa - respondeu o P. Pio. E contou: "Aquela alma chorou e disse: 'Ai de mim, q malvado eu fui'. «E concluiu o santo P. Pio: Aquela exclamação produziu-me uma ferida no coração, que sentirei toda a vida».

Pai Nosso das Almas (Mateus 6,9)
“Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar”. (Jo 14,1-2).
No dia de memória dos fiéis defuntos, lembramos os nossos entes queridos que já faleceram.
Esta Palavra de Jesus conforta muito o nosso coração, pois a morte é algo doloroso e a nossa maior esperança é a RESSURREIÇÃO! E saber que estas almas agora não podem fazer mais nada por elas mesmas, mas nós na comunhão dos santos, podemos rezar por elas. Por isso, vamos rezar o Pai Nosso das almas.

- Um dia, enquanto Santa Matilde comungava pelas almas do purgatório, Jesus apareceu-lhe e disse: “Reza por elas um Pai Nosso”. E compreendeu ela que deveria fazê-lo do modo abaixo indicado. Depois de ter rezado, ela viu que multidões de almas subiam ao céu.

Pai nosso que estais no céu.
Eu Vos peço, dignai-Vos perdoar, PAI Eterno, as almas do purgatório por não Vos terem amado, por não terem rendido o culto de adoração que Vos é devido, a Vós PAI, bom e misericordioso, por Vos terem afastado dos seus corações, onde desejáveis habitar.
- Para suprir estas faltas, ofereço-Vos o amor e a honra que o Vosso amado Filho Vos rendeu sobre a terra e a imensa satisfação com que pagou a dívida de todos os seus pecados. Amém.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Santificado seja o Vosso nome.
Eu Vos suplico, ó terno PAI, que perdoeis às almas do Purgatório por não terem honrado dignamente o Vosso Nome, por O terem raras vezes invocado com devoção, por O terem tomado muitas vezes em vão e, pela sua vida pouco edificante, terem se tornado indignas do nome de CRISTO.
- Para satisfação deste pecado, ofereço-Vos a santidade de Vosso amado Filho que nas Suas pregações e em todas as suas palavras honrou e glorificou o Vosso Nome.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Venha a nós o Vosso Reino.
Eu Vos rogo, ó Eterno PAI, que perdoeis as almas do purgatório por não terem desejado ardentemente, nem procurado com bastante zelo a expansão do Vosso Reino, onde está o verdadeiro repouso e a glória eterna.
- Para expiar esta indiferença, que tiveram por todos os bens da alma, ofereço-Vos os santos desejos que JESUS teve de que fôssemos co-herdeiros do Seu Reino.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no Céu.
Eu Vos suplico, ó Eterno PAI, que perdoeis as almas do purgatório, sobretudo às dos religiosos, por terem preferido a vontade própria à Vossa e por não terem tido em maior estima, em tudo, a Vossa vontade, para viverem e procederem, a maioria das vezes, conforme a própria satisfação.
- Para reparar esta desobediência, ofereço-Vos o dulcíssimo Coração de JESUS, bem como a submissão com que Ele Vos obedeceu até à morte na Cruz. Amém.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

O pão nosso de cada dia, nos dai hoje.
Eu Vos peço, ó Eterno Pai, que perdoeis as almas do purgatório, por não terem recebido o Pão dos anjos com vivos desejos, devida devoção e amor, por terem um grande número delas, sido indignas de O receber, por O terem recebido pouca ou nenhuma vez.
- Em expiação deste pecado, ofereço-Vos a santidade e devoção de Vosso Filho, assim como o amor e o inefável desejo que O levou a dar-nos este precioso tesouro. Amém.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
Eu Vos suplico, ó Eterno PAI que perdoeis as almas do purgatório pelos pecados mortais cometidos, principalmente por não perdoarem àqueles que as ofenderam e por não terem amado os seus inimigos. Por estes pecados, ofereço-Vos a sublime oração que JESUS fez na Cruz pelos seus algozes. Amém.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Não nos deixeis cair em tentação.
Eu Vos suplico, ó Eterno PAI, que perdoeis as almas do purgatório por não terem resistido aos vícios e concupiscências, por se terem muitas vezes deixado cair nas ciladas do demónio e da carne, por se terem visto, por culpa própria, metidas em grande número de más acções.
- Por essa multidão de pecados, ofereço-Vos a vitória gloriosa com a qual JESUS CRISTO venceu o mundo e o demónio. Ofereço também, a Sua santíssima vida com os Seus trabalhos e fadigas; com a dolorosíssima Paixão, morte na Cruz e gloriosa Ressurreição. Amém.
Senhor JESUS, perdão e misericórdia. (dez vezes).

Mas livrai-nos do mal.
Senhor, livra-as também de todo mal e de toda a pena pelos merecimentos do Vosso amado Filho e conduzi todos ao reino da Vossa glória, que sois Vós mesmo.
Amém.

“Eis aí tua mãe”


“Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar,” (Gêneis 3,15)

“Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas.” (Apocalipse 12,1)

Basta ver a atuação das seitas que em seu ódio contra Nossa Senhora negam sua virgindade perpétua, sua maternidade divina, sua Imaculada Conceição, sua mediação entre seu Filho (Jesus) e nós, sua Assunção e na loucura deles a chamam de pecadora, de uma mulher como outra qualquer.

A negação da verdadeira natureza humana de Cristo conduz, como conseqüência a negação da verdadeira maternidade divina de Maria – a negação da verdadeira divindade de Cristo leva inevitavelmente a negar que Maria foi a Mãe de Deus.

Na verdade a dignidade e excelência da Virgem como mãe de Deus excede a de todas as pessoas criadas, sejam anjos ou homens, porque a dignidade de uma criatura é tanto maior quanto mais próxima está de Deus. E Nossa Mãe do céu é a criatura mais próxima de Deus, depois da natureza humana de Cristo unido misteriosamente com a Pessoa do Verbo.

Como mãe corporal, leva em suas veias o mesmo sangue que o Filho de Deus enquanto a sua natureza humana.

O mesmo sangue que derramou no Calvário para nossa Redenção.

A Virgem Maria é a única criatura de Deus que pode olhar para Deus Filho e dizer: “Carne da minha carne, sangue do meu sangue”.

Os livros sapienciais (Salmos, Provérbios, Eclesiásticos, Sabedoria e Cânticos) cantam a elevada dignidade de Nossa Senhora. Ela é a filha de Sião, a filha de Jerusalém, o tabernáculo de Deus, o templo de Sião, etc, etc.

Leia-se:

Salmos 45,5; Salmos 86,3; Salmos 131,13; Provérbios 8,22ss; Eclesiástico 24,11ss; Cânticos 4,7)

Portanto, ninguém vai ao Filho, sem antes ir até a Mãe!

Fonte: Alma Missionária

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Espalhar o perfume da bondade, da misericórdia e da caridade


O perfume da compaixão, compõe-se, com efeito, dos tormentos da pobreza e das angústias em que vivem os que sofrem perseguição por serem justos, das inquietudes da tristeza por causa das faltas dos pecadores; em resumo, de toda a dor dos homens, mesmo dos nossos inimigos. A misericórdia é um bálsamo que cura: «Felizes os misericordiosos, pois alcançarão misericórdia» (Mt 5,7).

Assim, feliz a alma que cuidou de aprovisionar e espalhar o óleo da compaixão e de pô-los a ferver no fogo da caridade! Quem é, no vosso entender, «o homem feliz que tem piedade e empresta os seus bens» (Sl 111,5), inclinado à compaixão, pronto a socorrer o seu próximo, mais contente com dar do que com receber?

Quem é esse homem que perdoa facilmente, resiste à cólera, não permite a vingança, e em todas as coisas olha como suas as desgraças dos outros? Quem quer que seja essa alma impregnada do orvalho da compaixão, de coração transbordante de piedade, que se dá inteira a todos, que não é, ela mesma, senão um vaso rachado onde nada é invejosamente guardado, essa alma, tão morta para si mesma que vive unicamente para os outros, tem a felicidade de possuir esse terceiro perfume que é o melhor.

As suas mãos destilam um bálsamo infinitamente precioso (cf. Ct 5,5), que não se esgotará na adversidade e que os lumes da perseguição não conseguirão secar. É que Deus lembrar-se-á sempre dos seus sacrifícios”.»

(São Bernardo de Claraval, “Sermões sobre o Cântico dos Cânticos”, número 12)

Fonte: Vida espiritual católica

Rosário de uma mãe


Mistérios Gozosos

1ª dezena: Anunciação

Anjo da guarda de cada um dos meus filhos, anuncia-lhes o nascimento de Jesus. Que eles possam amá-Lo de todo coração, como a Virgem Maria.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

2ª dezena: Visitação

Nossa Senhora, vai à casa dos meus filhos não só para visitá-los mas para permanecer com eles. Que eles possam, como Santa Isabel, ficar muito felizes e exultar de alegria.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

3ª dezena: Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo

Jesus Cristo, Nosso Senhor, renasça no coração dos meus filhos cada dia, para que a vida deles seja um eterno Natal.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

4ª dezena: Apresentação do Senhor no templo

Maria Santíssima, ajuda-me a reapresentar meus filhos no templo. Para o Batismo e Comunhão eu os levei, mas para a Crisma é preciso que eles queiram.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

5ª dezena: Encontro do Menino Jesus no templo

Menino Jesus querido, faça que meus filhos possam encontrar-Vos. Mostra-lhes o caminho. Permite que eles Vos encontrem, porque Vós sois o caminho. E, quando Vos encontrarem, que nunca mais Vos abandonem.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

Mistérios Dolorosos

1ª dezena: Agonia de Nosso Senhor Jesus Cristo

Que o coração dos meus filhos, Senhor, não se angustie. Que no coração de cada um deles possam estar somente a Vossa alegria, paz, amor e os frutos de Vosso Espírito.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

2ª dezena: Flagelação

Pela Vossa flagelação, Jesus Cristo Nosso Senhor, alivia-os em suas dores espirituais e físicas. Que o corpo deles não lhes pertença, mas seja Vosso. Que eles sejam o templo do Vosso Espírito.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

3ª dezena: Coroação de espinhos

Tira, Jesus, cada espinho que possa estar afligindo a cabeça dos meus filhos. Que seus pensamentos sejam puros e retos. Lava-os, Senhor, com Vosso Sangue, e por Vossas chagas eles sejam curados.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

4ª dezena: Jesus com a cruz nas costas

Ajuda-os, Jesus, a carregar suas cruzes. Sê para eles um Simão Cirineu. Que cada uma de suas quedas não seja uma derrota, mas uma vitória e um novo ânimo para continuar convosco no caminho da salvação.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

5ª dezena: Jesus morre na cruz

Jesus amado, que meus filhos morram para o pecado e renasçam para a vida da graça. “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem.”

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

Mistérios Gloriosos

1ª dezena: Ressurreição de Jesus

Que eles possam convosco ressurgir para uma vida nova. Que eles saibam que estás vivo no meio deles, por meio de Vossa graça, e que em Vosso túmulo está escrito: “Ele não está mais aqui.”

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

2ª dezena: Ascensão de Jesus

Que um dia eles possam ao céu subir, porque lá é o lugar dos pecadores arrependidos.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

3ª dezena: A vinda do Espírito Santo

Que o Espírito Santo desça sobre cada um deles, tirando-lhes o medo de aceitar e anunciar Jesus, nosso Senhor.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

4ª dezena: Assunção de Nossa Senhora

Maria Santíssima, Mãe querida, tu que amas meus filhos mais do que eu, faze que eles possam um dia encontrar-te no céu. Sê sempre a advogada deles perante Deus.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

5ª dezena: Coroação de Nossa Senhora

Que eles possam coroar-te nesta e na outra vida como Rainha do seu coração.

(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)

Amém.

Fonte: Amai-vos/ADF

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Uma aparição mariana no século III


Desde os primórdios da Igreja, Nossa Senhora auxiliava os fiéis, amparando-os em suas necessidades e esclarecendo suas dúvidas.

Não é fácil para um católico dos dias de hoje compreender as dificuldades que enfrentaram os bispos e sacerdotes no início da Igreja, na defesa da verdadeira doutrina.

Com efeito, após 20 séculos de História, a Igreja Católica tem proclamado dogmas magníficos, estudado e resolvido inúmeros problemas teológicos, refutado heresias, esclarecido dúvidas que pareciam insuperáveis, tudo sob a inspiração do Espírito Santo. Da mesma forma que trabalhamos atualmente com tranqüilidade em terras que nossos antepassados tiveram enorme dificuldade para desmatar. É o valor inestimável da Tradição.

Coisas que hoje um menino de seis anos aprende sem dificuldade no catecismo preocuparam outrora os Padres da Igreja. Época em que se definiam as naturezas humana e divina de Nosso Senhor, existentes em uma só Pessoa, definia-se o verdadeiro alcance dos sacramentos, o mundo angélico ou o inferno etc.

Ora, foi justamente para tranqüilizar a reta consciência de um bispo santo, dos primeiros séculos do cristianismo, que se deu a aparição narrada a seguir.

Santo biógrafo de outro santo

Em muitas ocasiões, na História da Igreja, surgiram santos que relatam os fatos maravilhosos da vida de outros santos. Assim, São Gregório Magno narrando a vida de São Bento; o Bem-aventurado Raimundo de Cápua escrevendo a de Santa Catarina de Siena; São João Bosco descrevendo a de São Domingos Sávio etc.

São Gregório de Nissa

São Gregório de Nissa conta a vida de São Gregório, o Taumaturgo (isto é, o que opera milagres). O primeiro viveu no século IV, e seu biografado no século III — um século de diferença.

São Gregório, o Taumaturgo, tinha sido nomeado Bispo de Neocesaréia, cidade localizada na atual Turquia. Mas, segundo a biografia escrita por São Gregório de Nissa, “ele não queria iniciar a pregação antes que a verdade lhe tivesse sido revelada por alguma aparição. Havia aqueles que falsificavam o ensino piedoso com argumentos rebuscados, e assim tornavam a verdade duvidosa. Ora, durante a noite, quando ele repousava em santos pensamentos, um venerável ancião lhe apareceu, revestido de ornamentos sacerdotais. Surpreso, Gregório levanta-se e pergunta-lhe quem ele é e por que lhe apareceu. O ancião tranqüiliza seus temores com uma doce voz. Anuncia que vem, por ordem de Deus, esclarecer suas dificuldades [teológicas] e revelar-lhe a verdade da Fé. Gregório cobra coragem com estas palavras e olha o ancião com uma alegria mesclada de estupefação. A aparição estende a mão e o convida a olhar para um lado. Então Gregório percebe outra aparição: uma mulher, com um aspecto superior a tudo quanto é humano. De novo a emoção o domina, abaixa sua fronte e não ousa fixar esta luz tão forte para seus olhos [...]. Mas ele escutava as duas pessoas que apareceram conversando sobre os assuntos teológicos que o preocupavam. Assim, ele não apenas aprendeu a doutrina da Fé, mas descobriu quem eram os personagens da visão pelos nomes que eles se davam um ao outro. Com efeito, conta ele que ouviu a mulher convidar São João Evangelista a manifestar ao jovem bispo os mistérios da verdadeira Fé. Por sua vez, este respondia que o faria com gosto, para agradar a Mãe do Senhor e seguir seus desejos. Então [aquele apóstolo] pronunciou um discurso sóbrio, e desfez-se a aparição.

“Imediatamente Gregório colocou no papel esta doutrina celeste, e foi de acordo com ela que ele pregou logo mais em sua igreja. Ele legou-a a seus sucessores como uma herança vinda de Deus, e o povo, ensinado segundo tal doutrina, tem permanecido sempre puro de toda maldade herética. Eis aqui as palavras reveladas do Símbolo [dos Apóstolos, ou seja o Credo]: Eu creio num só Deus [...]. Se alguém quer se assegurar da verdade deste símbolo, que consulte a Igreja na qual o Taumaturgo pregava esta doutrina. Em seus arquivos, conserva-se ainda hoje o manuscrito feito por esta bem-aventurada mão: verdadeiras tábuas escritas por Deus e comparáveis, pela grandeza de sua graça, às tábuas da Lei, nas quais fora antigamente gravada a lei divina”.*

Uma situação especial

Constatamos neste texto vários fatos que merecem um comentário. Chama a atenção que, nessa visão, estando presente Nossa Senhora, não tenha sido Ela quem explicou o problema teológico, mas tenha convidado São João Evangelista (Bispo da Igreja) para falar. Cabe aos Bispos ensinar a doutrina, pois a eles confiou Nosso Senhor essa missão. E Nossa Senhora, sempre respeitosa das hierarquias — mesmo tendo muito mais virtude e conhecimento —, não quis violar esta regra dada por Deus. Admirável tema de meditação sobre a verdadeira humildade! Como dói saber que hoje em dia há Bispos que se desviaram dessa sublime missão, para ensinar as doutrinas da moda, como a teologia da libertação e outras do gênero!

Outro aspecto curioso da visão: São Gregório, o Taumaturgo, não conseguiu fixar seus olhos em Nossa Senhora. Aliás, é um fato que se constata em numerosas aparições de Maria Santíssima: os videntes sentem dificuldade em fixar detidamente seu rosto, tão luminoso é ele. Vários videntes, ao serem inquiridos, conseguem descrevê-lo só genericamente, pois não puderam fixar seus traços.

Chama a atenção ainda o modo maternal como Nossa Senhora tratou o jovem Bispo. Este não quis, de forma alguma, ensinar algo contrário à verdade. Mas, naquela época, era muito difícil consultar outros bispos fiéis para elucidar as verdades da Fé, em meio às perseguições pagãs e com distâncias enormes a percorrer.

Entretanto, o Santo Bispo não podia deixar seus súditos privados de sólida formação doutrinária. Podemos imaginar, então, as angústias causadas por tal situação. Para avaliarmos o problema, lembremos que somente 50 anos após a morte de São Gregório de Nissa, no Concílio de Nicéia foi elaborado um Credo oficial, com a finalidade de estabelecer a autêntica e única verdade de Fé.

* * *

Como vimos, Nossa Senhora resolveu o angustiante problema de um modo muito especial e materno. Assim como Ela o solucionou e protegeu a Fé incipiente dos primeiros cristãos, peçamos-Lhe que nos preserve dos erros contemporâneos, em meio à terrível confusão dos dias atuais.

Nota:

(*) Le ciel sur la Terre, les apparitions de la Vierge au Moyen âge, Sylvie Barnay, Ed. les Editions du Cerf, Milano, 1999, pg. 16-18.

Fonte: Lepanto/ADF

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Participe da Cruzada do Rosário pelo Quinto Dogma Mariano

Nesses mais de 2 mil anos em que a Igreja Católica prevalece, os Santos Padres declararam quatro Dogmas Marianos, demonstrando toda a devoção e respeito dignos de tão Santa mulher, escolhida para ser a Mãe de Deus. São eles:


Maternidade Divina
Perpétua Virgindade
Imaculada Conceição
Assunção

Agora, cabe a nossa geração, clamar ao Santo Padre Bento XVI que anuncie, o quinto e último Dogma Mariano: que a Imaculada Virgem Maria é verdadeiramente a Mãe espiritual de toda a humanidade.

Embora a Maternidade Espiritual de Maria sobre toda a humanidade já faz parte dos ensinamentos oficiais do Magistério da Igreja, a definição solene desta verdade por nosso amado Papa Bento XVI irá permitir a Nossa Senhora de exercer plenamente e de uma forma sem precedentes, a verdade incontestável : que Deus Lhe deu poderes de intercessão para o ser humano em nosso presente estado de grave crise global.

A fé em Nossa Senhora sempre esteve presente nas grandes conquistas da humanidade, tendo as orações do Rosário como principal fonte para pedir graças a Nosso Senhor Jesus Cristo, através de Sua Mãe Santíssima.

Por isso, novamente iremos nos unir através do Rosário, fazendo orações diárias pela Igreja Católica, O Santo Papa e todas as autoridades eclesiásticas, para que continuem dirigindo de forma sábia a Santa Madre Igreja.

Acenda agora a sua Vela do Rosário!

Esta cruzada do Rosário pelo Quinto Dogma Mariano, promovido pelo Vox Populi Mariae Mediatrici é mundial e a Associação Devotos de Fátima louva esta iniciativa.

A Cruzada durará um ano e já começou. Vai do dia 15 de agosto de 2010 a 15 de agosto de 2011.
Você pode começar agora mesmo a rezar o seu Rosário, pedindo para que o Papa Bento XVI anuncie ao mundo este dogma, que já é verdade para todos nós, e que Nossa Senhora interceda sempre pela humanidade, até que a promessa feita em Fátima se cumpra, onde a Mãe Santíssima disse: “Por fim, Meu Imaculado Coração triunfará”.

Fonte: ADF

domingo, 12 de setembro de 2010

Dia de São Guido, Confessor

(+ Brabante, Bélgica, 1012)

Nascido numa família de camponeses, distribuiu seus poucos bens aos pobres e se consagrou inteiramente ao serviço de Deus. Peregrinou durante sete anos, visitando os principais santuários da Europa, Roma e a Terra Santa. Depois retornou à sua região de origem e se santificou no humilde ofício de sacristão de uma igreja. Depois de morto, milagres e prodígios ocorreram em sua sepultura, e somente então foi glorificado aquele que, durante toda a vida, permanecera oculto e apagado.

Extraído do livro: “Cada dia tem seu santo… “

O JARDIM FLORIDO DA IGREJA


No tempo actual, a Igreja parece ter-se tornado uma estrutura pesada, um corpo cansado, uma multidão desalentada. Há sinais que confirmam esta impressão. Todavia, se observarmos melhor o que se passa nas comunidades católicas, seremos surpreendidos por outra realidade. No discurso aos bispos em Fátima, Bento XVI confessou a sua admiração pelo fenómeno dos movimentos e novas comunidades eclesiais, testemunhando: “Observando-os, tive a alegria e a graça de ver como, num momento de fadiga da Igreja, num momento em que se falava de «inverno da Igreja», o Espírito Santo criava uma nova primavera, fazendo despertar nos jovens e adultos a alegria de serem cristãos, de viverem na Igreja que é o Corpo vivo de Cristo. Graças aos carismas, a radicalidade do Evangelho, o conteúdo objectivo da fé, o fluxo vivo da sua tradição comunicam-se persuasivamente e são acolhidos como experiência pessoal, como adesão da liberdade ao evento presente de Cristo.”

Sobre este sopro do Espírito, ainda antes de ser Papa, disse: “Parecia que, depois do grande florescimento do Concílio, tinha entrado gelo em vez de primavera, cansaço em vez de novo dinamismo. E a Igreja, depois de tantas discussões e fadigas na procura de novas estruturas, não estava realmente diminuída e escondida? Mas eis que inesperadamente, surge alguma coisa que ninguém tinha projectado. Eis que o Espírito Santo, se assim podemos dizer, tinha pedido novamente a palavra. Em jovens homens e jovens mulheres rejuvenescia a fé, sem “se” nem “mas”, sem subterfúgios nem escapatórias e vivida na sua integralidade como dom e como dádiva preciosa que a todos faz viver”.

Protagonista e testemunha deste acontecimento espiritual, Andrea Riccardi, fundador da Comunidade de Santo Egídio, explica-o assim: “Na história difícil, conturbada e secularizada do século vinte, a vida cristã refloresceu. E refloresceu em situações difíceis. Refloresceu quando, tomados pelo bem-estar, parecia que se pudesse viver sem a fé. Este século, belo e terrível, tinha uma grande necessidade de Evangelho e de amor. Como aconteceu este florescimento? Frequentemente na pobreza e na prova de tantas situações dolorosas. Brilhou o aspecto sacramental e espiritual da Igreja. Num mundo “afastado de Deus” refloresceu o aspecto carismático da vida da Igreja representado pelos Movimentos e pelas novas Comunidades. Certamente o crescimento de um novo elemento na família provoca dificuldades, tensões, mas esta estação carismática levou a um florescimento da Igreja de maneira mais rica e complexa, a um alargamento da família e, por isso, a um intercâmbio de maior amor. A Igreja entra com simpatia nos caminhos de um mundo que parece afastado de Deus. Cristãos comuns mas radicados no carisma do apostolado entram na vida quotidiana do mundo através da palavra, do testemunho e dos comportamentos”.

Chiara Lubich, fundadora dos Focolares, confirma a beleza dos dons do Espírito: “A Igreja é um imenso jardim, onde exalam perfume pequenos canteiros de flores, as mais raras e as mais comuns, as mais ricas e as mais simples. São as famílias e as Ordens religiosas, são os Movimentos que têm uma dupla missão: reconstituir, no tempo em que vivem, a vida das primitivas comunidades cristãs; recordar ao mundo, com a sua existência, uma palavra de Jesus, um Seu modo de agir, um facto da Sua vida, porque aquele tempo tem necessidade especial de que alguém o repita. São modos diferentes de vida cristã, mas sempre autêntica e íntegra; são homens e mulheres que, como especialistas do Evangelho, oferecem ao mundo os remédios espirituais”.

Todos aqueles que na Igreja querem ser fiéis a Deus são capazes de reconhecer e acolher com gratidão os dons que Ele oferece ao nosso tempo. No mesmo discurso aos Bispos, o Papa exorta-os a valorizarem tais dons e a ajudarem a inserirem-se na comunhão eclesial: “Assim, por um lado, devemos sentir a responsabilidade de aceitar estes impulsos que são dons para a Igreja e lhe dão nova vitalidade, mas, por outro, devemos também ajudar os movimentos a encontrarem a estrada justa, com correcções feitas com compreensão – aquela compreensão espiritual e humana que sabe unir guia, gratidão e uma certa abertura e disponibilidade para aceitar aprender”.

Oxalá nenhum membro da Igreja despreze os variados dons que o Espírito distribuiu e estão presentes nos movimentos e novas comunidades. Tais carismas constituem um precioso impulso para a renovação eclesial e, diz Bento XVI, “para o anúncio e testemunho do Evangelho da esperança e da caridade em cada canto da terra”. Com eles, todos os fiéis, leigos, religiosos, sacerdotes e bispos, podem beneficiar pessoal e pastoralmente.

Padre Jorge Guarda
In: Canção Nova

sábado, 11 de setembro de 2010

Jovem jogou hóstia no chão durante uma Missa e valencianos fizeram ato de desagravo


Vamos acender uma vela em reparação a tantos sacrilégios que cometem contra Nosso Senhor Jesus Cristo A comunidade católica de Rótova, Valência, assistiu na última sexta-feira a um ato de desagravo à Eucaristia pelo sacrilégio ocorrido durante uma Missa no sábado passado passado, quando um jovem que acabava de comungar tirou a hóstia da boca e atirou-a no chão.

Os fatos ocorreram na igreja paroquial de Rótova durante a festa patronal da Divina Aurora. Vários jovens que participavam da festa nas ruas chegaram ao templo para a Missa do meio-dia e um deles, depois de receber a comunhão, retirou a hóstia de sua boca e atirou-a ao chão.

Conforme informa o jornal ‘Las Provincias’, uma vez terminada a Missa, várias testemunhas – entre eles o juiz de paz do município – informaram ao sacerdote celebrante, o Pe. Víctor Jimeno, do ocorrido. Um assistente levantou a hóstia que tinha sido pisoteada e entregou-a ao presbítero.

O Padre Jimeno reagiu com energia. Ele se aproximou do jovem que ainda se encontrava na igreja, deu-lhe uma bofetada e expulsou-o do templo chamando-o de “sacrílego”.

“Para mim o amor à Eucaristia é superior ao que tenho aos meus pais. Entrou-me algo no corpo que não sei o que aconteceu. Dirigi-me ao grupo, que estava tomando fotos em frente ao altar e perguntei a ele se ele havia jogado no assoalho a forma, ante a pergunta ele respondeu sorrindo”, declarou o sacerdote, arrependido por ter agredido o jovem em quem também descarregou um chute no traseiro.

Horas depois, o Padre Jimeno celebrou uma Missa e pediu perdão aos paroquianos, à família do jovem e ao protagonista pelo acontecido. Os pais do jovem também se desculparam com a paróquia pela incompreensível atitude do rapaz.

O Padre Jesus Sánchez, vigário episcopal de Safor, declarou ao jornal ‘Levante’ que este foi um episódio muito “triste” e –sem justificar a violência- explicou que o Padre Jimeno “reagiu como um pai ante uma ofensa”.

“Tudo isto me afetou muito, estou muito triste. Passei a noite sem dormir, rezando e chorando”, revelou o Padre Jimeno ao diário ‘Levante’ e admitiu que é difícil fazer que as pessoas que não são religiosas entendam o fato ocorrido.

O sacerdote explicou que só à partir da fé se pode compreender o significado do ocorrido com o corpo e o sangue de Cristo, pois “é o pior que se pode fazer a um fiel”.

Ato de desagravo

O ato de “desagravo e reparação” foi anunciado pelo Padre Jimeno de acordo com as instruções recebidas do Arcebispado de Valência. A cerimônia será oficiada pelo Padre Sánchez e consistirá em uma “exaltação e expressão de amor à Eucaristia”, à qual foram convidados não só os paroquianos da localidade, mas também os sacerdotes da zona, muitos dos quais expressaram sua solidariedade com o vigário de Rótova.

Fonte: ACI Digital

A Felicidade Verdadeira! Onde encontrá-la?


A felicidade verdadeira não está ao teu lado, na esquina, no namorado(a), numa pessoa, no trabalho, no amigo(a), no carro, no dinheiro…

Por mais que procures nas pessoas, vais sempre frustrar-te, decepcionar-te e magoar-te, porque todo o ser humano é limitado. As pessoas e as coisas podem trazer-nos uma felicidade momentânea, mas só Deus nos dá felicidade contínua e verdadeira, que preenche e sacia o nosso coração.

“Somente Jesus de Nazaré é capaz de satisfazer as aspirações mais profundas do nosso coração” (João Paulo II).

Com frequência criamos expectativas em relação às pessoas e depois frustramo-nos porque não recebemos delas o que esperamos.

Rezemos e cantemos com o salmista: “Só em Deus repousa a minha alma, é d’Ele que me vem o que eu espero” (Sl 61,6).

Que lugar Jesus tem ocupado na tua vida? O primeiro, o 2º ou o terceiro?

O Senhor sonda o nosso coração e os seus segredos, e sabe do que necessitamos, mas respeita a nossa liberdade. “A palavra ainda me não chegou à língua, e já, Senhor, a conheceis toda.” (Sl 138,4)

O Senhor fica à nossa espera para que abramos o coração para Ele entrar.Deus ama-nos apaixonadamente e fica sempre à nossa espera para curar as nossas carências, suprir todas as nossas necessidades e preencher o nosso coração com o seu amor; Ele está de olhos voltados para mim e para ti: “Eis que estás gravada na palma das minhas mãos, tenho sempre sob os olhos as tuas muralhas” (Is. 49, 16).

Muitas vezes sentimo-nos esquecidos e sozinhos, mas o Senhor é fiel e nunca vai esquecer-se de nós: “Pode uma mulher esquecer-se daquele que amamenta? Não ter ternura pelo fruto das suas entranhas? E mesmo que ela o esquecesse, eu não te esqueceria nunca.” (Is. 49, 15)

“Qual é o homem que ama a vida, e deseja longos dias para gozar de felicidade?” (Sl. 34,12).“Mas, para mim, a felicidade é aproximar-me de Deus, é pôr a minha confiança no Senhor Deus, a fim de narrar as vossas maravilhas diante das portas da filha de Sião”. (Sl, 73, 28)

Onde quer que te encontres agora, abre o coração e entrega-te a Jesus sem nenhuma reserva.

Deixa-o ser o primeiro da tua vida, e experimentarás uma profunda e verdadeira felicidade.

Jesus está de braços abertos aguardando este momento de encontro.
Fonte JAM

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Cada ano menos paz no mundo


Só em Nosso Senhor Jesus Cristo encontramos a verdadeira paz Segundo o Índice Global da Paz (IGP) elaborado todo ano pelo Instituto para Economia e Paz, sedeado na Austrália, o mundo está cada ver menos pacífico, malgrado certa diminuição no número de conflitos armados, informou o diário inglês “The Guardian”.

O aumento da violência é devido às crescentes taxas de homicídios e crimes, sobre tudo na América Latina onde os níveis de intranquilidade subiram assustadoramente.

Nunca na História os líderes religiosos e civis fizeram tantos apelos à paz nacional e mundial e nunca foram tão desunidos.

Não se tem lembrança de sociedades inteiras se atrincheirando nas suas casas como pode se ver nas grandes urbes modernas.

A verdadeira paz é a paz de Cristo que só existiu nas eras em que vigorou a Civilização Cristã, austera e hierárquica fundamentalmente sacral e anti-igualitária.

Fora dela, os homens só encontram a desordem, a insegurança, o crime e a morte.

Fonte: Luz de Cristo

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

terça-feira, 7 de setembro de 2010

ORAÇÕES AO ESPÍRITO SANTO


Invocação ao Espírito Santo
Vinde, Espírito Santo, enchei o coração dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
Enviai, Senhor o vosso Espírito e tudo será criado. E renovareis a face da terra.

Oração: Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos rectamente todas as coisas e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo Nosso Senhor. Ámen.

Vinde, Espírito Santo
Vinde, ó Santo Espírito, vinde, Amor ardente,
acendei na terra vossa luz fulgente.

Vinde, Pai dos pobres na dor e aflições,
vinde encher de gozo os nossos corações.

Benfeitor supremo em todo o momento,
habitando em nós sois o nosso alento.

Descanso na luta e na paz encanto,
no calor sois brisa, conforto no pranto.

Luz de santidade, que no céu ardeis,
abrasai as almas dos vossos fiéis.

Sem a vossa força e favor clemente,
nada há no homem que seja inocente.

Lavai as nossas manchas, a aridez regai,
sarai os enfermos e a todos salvai.

Abrandai durezas para os caminhantes,
animai os tristes, guiaj os errantes.

Vossos sete dons concedei à alma
do que em Vós confia.
Virtude na vida, amparo na morte,
no céu alegria.

Vem, Espírito Criador

Vinde, criador Espírito de Deus,
Visitai o coração dos vossos fiéis,
E com a graça do alto os purificai.

Paráclito do Pai, Consolador,
Sede para nós a fonte de água viva,
O fogo do amor e a unção celeste.

Nos sete dons que descem sobre o mundo,
Nas línguas que proclamam o Evangelho,
Realizai a promessa de Deus Pai.

Iluminai, Senhor, a nossa mente,
Acendei em nós a vossa caridade,
Infundi em nosso peito a fortaleza.

Livrai-nos das ciladas do inimigo,
Dai-nos a vossa paz, e evitaremos
Perigos e incertezas no caminho.

Dai-nos a conhecer o amor do Pai
E o coração de Cristo nos revelai,
Espírito de ambos procedente.

Louvemos a Deus Pai e a seu Filho,
Dêmos glória ao Espírito Paráclito,
Agora e pelos séculos sem fim. Ámen.

Oração ao Espírito Santo

Espírito Santo,
Amor nascido do Pai e do Filho,
inspirai-me sempre
o que devo pensar,
o que devo dizer,
o que hei-de calar,
o que hei-de escrever,
o que hei-de fazer,
como o hei-de fazer,
para a vossa glória,
para o bem das almas
e a minha própria santificação.
O meu bom Jesus,
em Vós ponho toda a minha confiança.

ORAÇÃO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

Ó Divino ESPÍRITO SANTO, Espírito de amor e de verdade, autor da santificação das nossas almas, nós Vos adoramos como o princípio e a fonte da nossa felicidade eterna. Muitas graças Vos damos, soberano dispensador dos benefícios que do Céu recebemos, e Vos invocamos como a fonte das luzes e da fortaleza, que nos são necessárias, para conhecermos o bem e podermos praticá-lo. Ó Espírito de luz e fortaleza, alumiai o nosso entendimento, fortalecei a nossa vontade, purificai os nossos corações, regulai todos os nossos movimentos, e fazei-nos dóceis a todas as Vossas Inspirações! Ó Espírito Consolador, aliviai as penas e os trabalhos que nos afligem neste vale de lágrimas; dai-nos conformidade e paciência, para que mereçamos fazer neste mundo penitência dos nossos pecados, e gozar no outro a luz da eterna bem-aventurança. Amém.

Vou revelar-vos um segredo de santidade e felicidade. Todos os dias, durante alguns instantes, procurai fazer calar a vossa imaginação, fechar os olhos às coisas sensíveis, e os ouvidos aos ruídos, para entrar em vós mesmos. E aí, no santuário da vossa alma, que é o templo do ESPÍRITO SANTO, falai a este Espírito. (Cardeal Merder)
Fonte: JAM

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

PEQUENINO REBANHO


É frequente hoje, nas comunidades e grupos cristãos, ouvir o desabafo: “somos tão poucos, sempre os mesmos”. Nestas palavras transparece desalento e impotência. Estes sentimentos são ainda reforçados pelo ambiente de indiferença e senão mesmo de hostilidade que na sociedade se nota contra a Igreja Católica. A agravar a situação vem ainda a humilhação de que ela tem sido alvo por causa da doutrina incómoda que ensina e dos escândalos de pedofilia e outros desmandos de alguns dos seus membros.

Nesta situação, soam espantosas as palavras de Jesus aos discípulos: “Não temais, pequenino rebanho, porque aprouve ao vosso Pai dar-vos o Reino” (Lc 12,32). Eles eram poucos, pobres, simples, sem forças nem meios adequados para fazer face ao mundo. Jesus encoraja-os, garantindo-lhes que são amados pelo Pai celeste, o qual decidiu fazê-los participar do Seu Reino. Este Reino significa a presença e a acção divina naqueles que acreditam e estão disponíveis para cumprirem a vontade de Deus e cooperarem com Ele. Dar o Seu reino ao “pequenino rebanho” quer dizer habitar no meio dele, ser a sua vida e força, irradiar a Sua luz e o amor para os oferecer a todos. Daí a exortação à confiança no providência divina que antecede as palavras mencionadas.

A Igreja experimenta hoje, em muitas situações, ser um “pequenino rebanho”: nas pequenas, definhadas e envelhecidas comunidades de fiéis perdidos no mundo secularizado, na impotência para atrair as novas gerações para Cristo, na dificuldade em envolver pessoas nos grupos apostólicos e nos serviços pastorais, na crise de novas vocações sacerdotais e para a vida religiosa… A qualquer sensação de “pequenez” eclesial respondem as palavras e a promessa de Jesus antes citadas. Mas Jesus fez mais: prometeu estar presente em qualquer grupo de seus discípulos, onde quer que se reúnam “dois ou três em seu nome”, e disse que estaria com a sua Igreja “até ao fim dos tempos”. Assim, é no reconhecimento da presença de Cristo e na relação e comunhão estreitas com Ele que a Igreja, a qualquer nível, encontra a sua vida e a sua força.

No Concílio Vaticano II, quando se reviu e se renovou, segundo o espírito das suas origens e do Evangelho, a Igreja compreendeu que devia viver na humildade, pobreza, amor e serviço, segundo o exemplo do seu Senhor: “Assim como Cristo realizou a obra da redenção na pobreza e na perseguição, assim a Igreja é chamada a seguir pelo mesmo caminho para comunicar aos homens os frutos da salvação. Cristo Jesus «que era de condição divina… despojou-se de si próprio tomando a condição de escravo» (Fil 2, 6-7) e por nós, «sendo rico, fez-se pobre» (2 Cor 8,9): assim também a Igreja, embora necessite dos meios humanos para o prosseguimento da sua missão, não foi constituída para alcançar a glória terrestre, mas para divulgar a humildade e abnegação, também com o seu exemplo. Cristo foi enviado pelo Pai «a evangelizar os pobres, a sarar os contritos de coração» (Lc 4,18), «a procurar e salvar o que perecera» (Lc 19,10). De igual modo, a Igreja abraça com amor todos os afligidos pela enfermidade humana; mais ainda, reconhece nos pobres e nos que sofrem a imagem do seu fundador pobre e sofredor, procura aliviar as suas necessidades, e intenta servir neles a Cristo. Enquanto Cristo «santo, inocente, imaculado» (Heb 7,26), não conheceu o pecado (cfr 2 Cor 5,21), mas veio apenas expiar os pecados do povo (Heb 2,17), a Igreja, contendo pecadores no seu próprio seio, simultaneamente santa e sempre necessitada de purificação, exercita continuamente a penitência e a renovação. A Igreja «prossegue a sua peregrinação no meio das perseguições do mundo e das consolações de Deus», anunciando a cruz e a morte do Senhor até que Ele venha (cfr 1 Cor 11,26). Mas é robustecida pela força do Senhor ressuscitado, de modo a vencer, pela paciência e pela caridade, as suas aflições e dificuldades tanto internas como externas, e a revelar, velada mas fielmente, o seu mistério, até que por fim se manifeste em plena luz” (LG 8).

Diz o ditado popular que “há males que vê por bem”. Assim, na consciência do pecado e dos de Deus existentes no seu seio, na perda de influência, prestígio, reconhecimento e apreço por parte do mundo, na diminuição do número dos seus membros e dos que se identificam com ela, no crescimento das dificuldades em cumprir a missão de oferecer aos homens o conhecimento de Cristo de modo a atraí-los para Ele, a Igreja pode redescobrir a verdade sobre si mesma e a força evangélica que lhe permite crescer: o dom do Reino de Deus, isto é, a fé, a esperança e o amor que lhe vêm de Jesus Cristo. Assim viverá de modo mais autêntico e dará testemunho cativante dos bens espirituais de que é portadora
Fonte: Canção Nova

PAPA JOÃO PAULO II


Ele continua a viver nos nossos corações!

domingo, 5 de setembro de 2010

Bebê que havia sido dado por morto desperta graças aos carinhos de sua mãe


O pequeno Jamie Ogg é um milagre para o mundo. Ele nasceu antes de completar 7 meses de gestação e era tão frágil que os médicos o deram por morto e o entregaram à sua mãe para o primeiro e último abraço.

Depois de duas horas junto da mãe, que não deixou de falar e afagar seu bebê, Jamie começou a dar sinais de vida. Ela ofereceu-lhe leite materno com o dedo, e depois desse contato, o menino começou a respirar com regularidade para o assombro de todos.

Kate e David Ogg só dão graças a Deus por sua milagrosa história.

Durante 20 minutos os médicos tentaram fazer com que o bebê respirasse por conta própria, e, como não obtiveram resultado, o declararam morto.

Quando começou a mover-se pensei: “Oh, meu Deus, o que está acontecendo? Pouco tempo depois ele abriu os olhos. Foi um milagre”, disse Kate. O pai David agradece a Deus pelo que sua esposa fez.

Jamie tem hoje cinco meses de vida!

Este é apenas um dos milagres que Nosso Senhor pode operar em nossas vidas. Basta pedir com Fé pela intercessão de Nossa Senhora junto a Ele.

Uma mãe tudo pode por um filho, quando sente que este ele necessita de ajuda.

sábado, 4 de setembro de 2010

O que fazer quando temos aridez espiritual?


A única saída é fechar os olhos e dar as mãos a Jesus para ser guiado por Ele

Muitas vezes, podemos passar por algum período de aridez espiritual, isto é, não temos vontade de rezar, torna-se difícil assistir a Santa Missa, a reza do Terço fica pesada, etc. Até mesmo a sagrada Comunhão se torna um sacrifício diante das dúvidas que podem atingir a nossa alma. Parece que o céu sumiu.

Como vencer esse estado de espírito no qual parece que Deus está longe e que nos falta a fé?

Primeiro é preciso verificar se esta situação não é tibieza, isto é, causada por nossa culpa em não perseverar no cuidado da vida espiritual, e, sobretudo, verificar se não há pecados graves em nossa alma, que possam estar afugentando dela a graça de Deus.

Se não houver pecados na alma, então, é preciso antes de tudo, calma, paciência e perseverança nos exercícios espirituais: oração, vida sacramental, caridade, penitência, etc. Mesmo sem vontade ou sem gosto, continuar, sem jamais parar, os exercícios espirituais.

Deus, às vezes, permite essas provações para que aprendamos a “buscar mais o Deus das consolações do que as consolações de Deus”, como disse um santo. São João da Cruz, místico que tanto experimentou o que chamou de “noite escura da fé”, afirmou que “o progresso da pessoa é maior quando ela caminha às escuras e sem saber.”

Muitas vezes, nos deleitamos nas orações consoladoras, cheias de fervor sensível, como crianças quando comem doces. Mas quando vem a luta, deixamos a oração.

Vejamos o que diz o Apóstolo:

“Filho meu, não desprezes a correção do Senhor. Não desanimes, quando repreendido por ele; pois o Senhor corrige a quem ama e castiga todo aquele que reconhece por seu filho (Pr 3,11s). Estais sendo provados para a vossa correção: é Deus que vos trata como filhos. Ora, qual é o filho a quem seu pai não corrige?… Mas se permanecêsseis sem a correção que é comum a todos, seríeis bastardos e não filhos legítimos… Aliás, temos na terra nossos pais que nos corrigem e, no entanto, os olhamos com respeito. Com quanto mais razão nos havemos de submeter ao Pai de nossas almas, o qual nos dará a vida? Os primeiros nos educaram para pouco tempo, segundo a sua própria conveniência, ao passo que este o faz para nosso bem, para nos comunicar sua santidade” (Hb 12,5-10).

Deus nos quer santos, e é também algumas vezes pela provação e pela aridez espiritual que Ele arranca as ervas daninhas do jardim de nossas almas. Coragem, alma querida de Deus! Jesus disse que Ele é a videira verdadeira, e Seu Pai o bom agricultor, que podará todo ramo bom que der fruto, para que produza mais fruto (cf. Jo 15,1-2).

Não podemos querer apenas o açúcar do pão e renegar o pão do sacrifício. Às vezes a meditação é difícil, a oração é penosa, distraída, surgem as noites e as trevas… Nessas horas é preciso silêncio, abandono, paciência. Em breve vai raiar a aurora e os fantasmas vão sumir.

Quanto mais a noite fica escura, mais perto nos aproximamos da aurora. Deus sabe o que estamos passando, louvado seja o Seu santo Nome! É hora de abandono em Suas mãos paternas.

Em meio às trevas alguns sentem o coração como se fosse de gelo, não sentem mais amor a Jesus, perdem a piedade, se sentem condenados. Que desoladora confusão espiritual!

Nestas horas a única saída é deixar ser guiado pela fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, na confiança e abandono, nas mãos da Santíssima Virgem! Só eles sabem o caminho para sairmos deste matagal fechado e escuro.

Deus nos prepara para a contemplação pelas provas passivas, ensinam os santos. Ele as produz e a alma apenas tem que aceitar. É o duro caminho dos que querem a perfeição. Ele está purificando a alma; o Cirurgião Celeste está nos operando a alma.

São João da Cruz fala da famosa “noite dos sentidos” cheia de aridez e de provação, um verdadeiro martírio para a alma. Segundo o santo doutor, é Jesus que chama a alma a caminhar com Ele no deserto, mesmo queimando os pés e sendo queimado pelo sol, para se santificar.

Calma, alma querida de Deus, Ele faz isso porque o ama muito! O fogo bom não é aquele “fogo de palha”, alto e bonito, mas rápido, que logo se apaga; mas é o fogo baixo que pega na lenha grossa e permanece por muito tempo. O fogo de palha é só para começar…

É isso que está acontecendo; não se assuste; não se preocupe porque o gosto de rezar sumiu e se tornou agora um sacrifício penoso… Fé não é sentimento e muito menos sentimentalismo; fé é adesão, com a mente, a Deus, às Suas verdades e às Suas determinações. Não se preocupe de estar ou não “sentindo” fé ou devoção; apenas viva-a; vá à Missa, ao Terço, com ou sem vontade, com ou sem gosto, com ou sem sentimento. Assim, temos mais méritos diante de Deus.
Nota pessoal: Como tudo isto é verdade, e eu o sinto em mim!

Fonte: AASCJ

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mártires ugandeses animam resistência à Revolução Cultural


Mais de 500.000 católicos ugandeses foram ao santuário de São Carlos Lwanga e companheiros, os “Mártires de Uganda”, na peregrinação nacional anual dos santos, informou a agência CNA.

Os 22 mártires foram pajens da corte do rei pagão Mwanga e entre 1885 e 1887 preferiram a morte antes que renegar a Cristo.

Eles estavam entre os primeiros convertidos na Uganda. Seu sacrifício foi decisivo para que os católicos hoje atinjam o número 12,6 milhões num total de 28 milhões de habitantes.

Cada ano sejam celebrados por volta de 400.000 batismos.

Hoje, o catolicismo ugandês assume corajosa atitude contra a imoralidade dos preservativos e contra o falso “casamento” homossexual.


Na romaria, D. Henry Ssentongo, bispo de Moroto, lembrou aos fiéis que “não basta comemorar o fato de Uganda ser um país de mártires; mas, mais ainda devemos seguir suas pegadas e imitar Cristo até as últimas conseqüências!”.

Estas palavras fazem pleno sentido em resposta . A Uganda resiste à Revolução Cultural que quer lhe impor costumes antinaturais amaldiçoados por Deus Nosso Senhor.

O martírio

O rei reuniu a corte e ordenou:

Católicos na Uganda ‒ “Todos entre vocês que não têm intenção de rezar podem ficar aqui ao lado do trono; aqueles, porém, que querem rezar reúnam-se contra aquele muro”.

O chefe dos pajens, São Carlos Lwanga, foi o primeiro a ir até o muro, sendo seguido por outros quinze.

O rei perguntou então:

‒ “Mas vocês rezam de verdade?”

‒ “Sim meu senhor, nos rezamos”, respondeu Carlos em nome dos companheiros.

‒ “Querem continuar rezando?”

‒ “Sim meu senhor, até a morte.”

‒ “Então, matem-nos”, decidiu bruscamente o rei.

Rezar, tinha-se tornado sinônimo de ser cristão, e era absolutamente proibido no reino de Mwanga, rei de Buganda, hoje Uganda.

São Carlos Lwanga foi queimado lentamente a começar pelos pés. São Kalemba Murumba foi abandonado numa colina com as mãos e os pés amputados, morrendo de hemorragia. São André Kagua foi decapitado.

São Carlos Lwanga e os outros 21 mártires foram beatificados pelo Papa Bento XV em 1920 e canonizados por Paulo VI em 1964.

Um grandioso santuário foi erigido em Namugongo, onde os pajens guiados por São Carlos Lwanga proclamaram que iriam rezar até a morte.

Fonte: Valores Inegociáveis

Porque é que há quem não quer celebrar o Amor?


"O Reino do Céu é comparável a um rei que preparou um banquete nupcial para o seu filho. Mandou os servos chamar os convidados para as bodas, mas eles não quiseram comparecer" (Mt 22,1)

É assim que começa mais uma parábola de Jesus, que podemos ler hoje no Evangelho da missa. Como é que nós somos lentos para entender e aceitar o melhor que a Vida tem preparado para nós!

Escolhemos não entrar na festa.

Nós que tanto gostamos de "Borga", não aceitamos um banquete nupcial onde o Amor é a única razão da celebração.

Como somos pobres quando rejeitamos a festa do Amor.

O essencial para haver banquete nupcial é haver um amor que se reconhece e se celebra para ser, a partir desse momento, a verdade de todo o viver dos que se amam.

Mas os convidados não quiseram.

É mesmo assim. Nós temos esse poder: podemos não querer. Essa é a nossa desgraça e a nossa maior burrice.

Como é possível não querer celebrar o Amor?

Só porque não o conhecemos.

Só porque ainda não vimos como ele é a essência da vida do Homem.

Só porque ainda não reconhecemos como ele é o maior milagre que a vida tem para realizar nas nossas vidas.

Quem o descobre e aceita não poder deixar de querer comparecer às bodas.

Cada Eucaristia é a boda do Esposo (Cristo) que se entrega pela sua Esposa (a Igreja)!


Não comparecer é trocar e ficar no reino da terra (feito de um poder gerado pelo egoísmo e causador de medo), e rejeitar o Reino dos Céus.

Vou celebrar a Eucaristia de Hoje com mais consciência e felicidade

Fonte: facebook (Padre José Luís Borga)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Petições ao Coração de Jesus


Coração misericordioso de Jesus, tende compaixão de mim. Coração penetradíssimo de dor na cruz por causa dos pecados do mundo, dai-me verdadeira dor dos meus pecados.

Coração puríssimo, purificai o meu coração de todo o apego às criaturas. Coração aberto para ser o refúgio das almas receba-me. Coração cheio de mansidão, comunicai-me a vossa doçura. Coração humildíssimo, ensinai-me a vossa humildade.

Coração amantíssimo, fogo abrasador, consumi-me inteiramente, e dai-me uma nova vida de amor e graça. Coração santíssimo, gravai no meu coração as penas amargas que sofrestes por meu amor, a fim de que, tendo-as continuamente diante dos olhos, suporte com paciência por vosso amor todas as penas desta vida.

Coração adorável, esclarecei aqueles que vos não conhecem. Coração sumamente compassivo, livrai ou ao menos aliviai as almas do purgatório, que são as vossas esposas para sempre.

Extraído do livro: “As mais belas orações de Santo Afonso.
Coração misericordioso de Jesus, tende compaixão de mim. Coração penetradíssimo de dor na cruz por causa dos pecados do mundo, dai-me verdadeira dor dos meus pecados.

Coração puríssimo, purificai o meu coração de todo o apego às criaturas. Coração aberto para ser o refúgio das almas receba-me. Coração cheio de mansidão, comunicai-me a vossa doçura. Coração humildíssimo, ensinai-me a vossa humildade.

Coração amantíssimo, fogo abrasador, consumi-me inteiramente, e dai-me uma nova vida de amor e graça. Coração santíssimo, gravai no meu coração as penas amargas que sofrestes por meu amor, a fim de que, tendo-as continuamente diante dos olhos, suporte com paciência por vosso amor todas as penas desta vida.

Coração adorável, esclarecei aqueles que vos não conhecem. Coração sumamente compassivo, livrai ou ao menos aliviai as almas do purgatório, que são as vossas esposas para sempre.

Extraído do livro: “As mais belas orações de Santo Afonso.