EU VOS AMO! VÓS SOIS A MINHA VIDA.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Sorriso, Agonia e Morte do Filho de Deus


Certa vez — corria o ano de 1630 — Frei Inocêncio de Palermo, humilde frade franciscano, resolveu esculpir em ébano um Crucifixo. Começou pelo corpo, a que conseguiu dar a forma desejada. E deixou para o fim a face, isto é, a parte mais difícil da tarefa. Que aspecto dar-lhe? Era funda e brumosa a perplexidade do frade. Uma noite, recostou-se com a alma pesada de incógnitas a respeito. E quando de manhã se acercou da obra que deixara inacabada, encontrou-a inesperadamente concluída, dotada de maravilhosa face, feita por um artista ignoto.
Era uma face em que harmoniosamente se fundiam a delicadeza, a varonilidade e uma sobrenatural unção, que a tornavam bem digna de ter sido obra noturna e misteriosa de um Anjo. Rica em aspectos, conforme o ângulo em que se situe o observador vê o Divino Crucificado sorrindo, agonizante ou já morto.
Conservado há três séculos no Santuário de São Damiano, em Assis, o Crucifixo maravilhoso de Frei Inocêncio vem sendo objeto constante da piedade dos peregrinos.
Que Vos levaria, Senhor, a sorrir do alto da Cruz?
Que abismo de contradição entre as dores, que da cabeça aos pés vos atormentam o Corpo sagrado, e esse sorriso que aflora doce, suave, meigo, entreabrindo-vos os lábios e iluminando-vos o rosto! Sobretudo, Senhor, que contradição entre o abismo de dores morais, que enche vosso Coração, e essa alegria tão delicada e tão autêntica que transluz em vossa Face! Contra Vós, todo o oceano da ignomínia e da miséria humana se atirou. Não houve ingratidão nem calúnia que Vos fosse poupada. Pregastes o Reino do Céu, e vossa pregação foi rejeitada pelo vil apetite das coisas da terra. O Demônio, o Mundo, a Carne, em infame revolta contra Vós, Vos levaram ao patíbulo, e aí estais à espera da morte.
E entretanto sorris! Por quê?
Vossas pálpebras estão quase cerradas. Quase… Mas ainda podeis ver algo. E o que vedes é, Senhor, a maior maravilha da criação, a obra-prima do Pai Celeste, uma alma — e quanta beleza pode haver em uma alma, embora o ignore o materialismo de nosso século — riquíssima e íntegra em sua natureza, cumulada por todos os dons da graça e santificada por uma correspondência contínua e perfeitíssima a todos esses dons! Vedes Maria. Vedes vossa Mãe. E no meio de todos os horrores em que estais imerso, tal é a maravilha que vedes, que sorris afetuosamente para a alentar, para lhe comunicar algo de vossa alegria, para lhe dizer vosso infinito e sublime amor.
Vós vedes Maria. E, ao lado da Virgem Fiel, vedes os heróis da fidelidade: o Apóstolo-Virgem, as Santas Mulheres — a fidelidade da inocência e a fidelidade da penitência. Vosso olhar, para o qual tudo é presente, vê mais, pois se alonga pelos séculos, e Vos faz ver todas as almas fiéis que hão de Vos adorar ao pé da Cruz até o dia do Juízo. Vedes a Santa Igreja Católica, vossa Esposa. E por tudo isto sorris, com o sorriso mais triste e mais jubiloso, o mais doce e mais compassivo sorriso de toda a História.
O Evangelho nunca Vos apresenta rindo, Senhor. E só as almas que ignoram a gargalhada frascária e baixa, e que lhe têm horror, possuem o segredo de sorrisos análogos a este!
Entre as miríades de almas que seguindo a Maria estão ao pé da Cruz, e para as quais sorris, também está a minha, Senhor?
Humilde, genuflexo, sabendo-me indigno, entretanto eu Vos peço que sim. Vós, que não expulsastes do Templo o publicano (cfr. Lc 18, 6-20), pelas preces de Maria não rejeitareis para longe de Vós um pecador contrito e acabrunhado. Dai-me do alto da Cruz um pouco de vosso sorriso inefável, ó bom Jesus.

Fonte: Lepanto

terça-feira, 29 de junho de 2010

Maria cuida de cada um de nós


São Boaventura anima os pecadores nestes termos: Que deves fazer, se por causa de teus pecados temes a vingança de Deus? Vai, recorre a Maria, que é a esperança dos pecadores. Estás, porém, receoso de que ela não queira tomar tua defesa? Pois então fica sabendo que é impossível uma tal repulsa; pois o próprio Deus encarregou-a de ser o refúgio dos pecadores.

É lícito a um pecador desesperar de sua salvação, quando a própria Mãe do Juiz se lhe oferece por mãe e advogada? Pergunta a Abade Adão de Perseigne. E continua: Vós, ó Maria, que sois Mãe de Misericórdia, recusaríeis interceder junto ao vosso Filho que é Juiz, por um filho vosso que é pecador? Em favor de uma alma recusaríeis falar ao Redentor , que morreu na cruz para salvar os pecadores? Não; não podeis fazê-lo; pelo contrário, de coração vos empenhais por todos os que vos invocam.

Pois sabeis perfeitamente que aquele Senhor, que constituiu vosso Filho medianeiro de paz entre Deus e o homem, também vos constituiu a vós medianeira entre o juiz e o réu. Agradece, portanto, ao Senhor que te deu uma tão grande medianeira, exorta são Bernardo. Por manchado de crimes, por envelhecido que sejas na iniqüidade, não percas a confiança, ó pecador.

Dá graças ao Senhor que em sua nímia misericórdia não só te deu o Filho por advogado, senão também para aumento de tua confiança te concedeu essa grande medianeira, cujos rogos tudo alcançam. Recorre, pois, a Maria e serás salvo.

Extraído do livro: Glórias de Maria – São Afonso de Ligório

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Perguntas e respostas sobre o Sagrado Coração de Jesus


Qual o termo final de nossas homenagens nesta devoção?

O termo final de nossas homenagens é a Pessoa de Jesus Cristo. Ensina Santo Tomás de Aquino (e essa doutrina é adotada pela unanimidade dos teólogos), que todo respeito e toda honra dirigem-se à pessoa.
Assim, eu seu sentido amplo, a palavra Coração significa a própria pessoa do Divino Redentor.

Por que quer Jesus Cristo ser cultuado por meio de símbolos sensíveis?

Porque, conforme explica Santo Tomás de Aquino, o homem, não sendo puro espírito, precisa das coisas sensíveis para chegar ao conhecimento das espirituais. Para conhecer a Deus, precisamos vê-Lo em suas criaturas, nas suas representações e imagens. Quando mais elas são perfeitas, tanto mais alta é a idéia que formamos da Divindade.
Esse é, aliás, o fundamento natural do culto às imagens e da liturgia católica.

Extraído do livro: O estandarte da vitória

domingo, 27 de junho de 2010

Deus proíbe a idolatria e não o uso de imagens


O mesmo Deus, no mesmo livro do Êxodo em que proíbe que sejam feitas imagens, manda Moisés fazer dois querubins de ouro e colocá-los por cima da Arca da Aliança (Ex 25, 18-20). Manda-lhe, também, fazer uma serpente de bronze e colocá-la por cima duma haste, para curar os mordidos pelas serpentes venenosas (Num 21, 8-9). Manda, ainda, a Salomão enfeitar o templo de Jerusalém com imanges de querubins, palmas, flores, bois e leões (I Reis 6, 23-35 e 7, 29).
Ora, se Deus manda fazer imagens em várias passagens das Sagradas Escrituras (Ex 25, 17-22; 1Rs 6, 23-28; 1 Rs 6, 29s; Nm 21, 4-9; 1Rs 7, 23-26; 1 Rs 7, 28s; etc) e proíbe que se façam imagens em outra, de duas uma, ou Deus é contraditório ou fazer imagens não é idolatria!
Portanto, fica claro que o erro não está nas imagens, mas no tipo de culto que se presta à elas.

Os Judeus, saindo da dominação egípcia, um povo idólatra, tinham muita tendência à idolatria. Basta ver o que aconteceu quando Moisés desceu do Monte Sinai com as Tábuas da Lei e encontrou o povo adorando o “Bezerro de Ouro” como se ele fosse uma divindade, um amuleto. É claro, como permitir que um povo tendente à idolatria fosse fazer imagens.

Nas imagens católicas se representam os santos, que são pessoas que possuem virtudes que os tornam “semelhantes” a Deus, como afirmou S. Paulo: “já não sou eu quem vivo, mas é Cristo que vive em mim”.
Nas catacumbas encontram-se, em toda parte, imagens e estátuas da Virgem Maria; prova de que tal culto existia no tempo dos apóstolos e foi por eles praticado, ensinado e transmitido à posteridade. Uma das imagens de Nossa Senhora, segundo a tradição, foi pintada pelo próprio S. Lucas e está na catedral de Loreto, exposto à veneração dos fiéis.

Santa Margarida Maria Alacoque As imagens católicas representam pessoas virtuosas. Virtude essa que provém da graça de Deus. O mesmo não se dava na idolatria, pois os povos idólatras representavam as virtudes e os vícios em seus ídolos.
O Concílio de Trento formalmente legitimou o uso das imagens: As imagens de Jesus Cristo, da Mãe de Deus, e dos outros santos, podem ser adquiridas e conservadas, sobretudo nas Igrejas, e se lhes pode prestar honra e veneração; não porque há nelas qualquer virtude ou qualquer coisa de divino, ou para delas alcançar qualquer auxílio, ou porque se tenha nelas confiança, como os pagãos de outrora, que colocavam a sua esperança nos ídolos, mas, sim, porque o culto que lhes é prestado dirige-se ao original que representam, de modo que nas imanges que possuímos, diante das quais nos descobrimos ou inclinamos a cabeça, nós adoramos Cristo, e veneramos os santos que elas representam (Sess XXV).
O Concílio de Nicéia, o primeiro celebrado na Igreja, no ano de 325, sob o Papa S. Silvestre I e o imperador Constantino, defende o culto das imagens contra os iconoclastas, com um vigor admirável.
Lê-se nos atos deste concílio: Nós recebemos o culto das imagens, e ferimos de anátema os que procedem de modo contrário. Anátema a todo aquele que aplica às santas imagens os textos da escritura contra os ídolos. Anátema a todo aquele que as chama ídolos. Anátema àqueles que ousam dizer que a Igreja presta culto a ídolos.

Fonte: Lepanto

sábado, 26 de junho de 2010

sexta-feira, 25 de junho de 2010

O pranto da imagem de Nossa Senhora de Fátima


O pranto da imagem de Nossa Senhora de Fátima, ocorrido em julho de 1972, foi uma extraordinária advertência ao mundo prevaricador. A Santíssima Virgem, não tendo mais o que dizer, chora. Entretanto, a humanidade parece insensível as suas lágrimas, surda a seus pungentes apelos.

Quem a conheceu, jamais a esquecerá!

Aquele que não a conheceu…, reze para que um dia obtenha essa graça. Para isso vale qualquer sacrifício, pois é um meio excepcional para se ter uma idéia, ainda nesta Terra, de como é a virginal fisionomia de Maria Santíssima no Céu.

Refiro-me à imagem peregrina internacional de Nossa Senhora de Fátima, uma das quatro esculpidas em cedro brasileiro sob orientação imediata da Irmã Lúcia — a única sobrevivente dos três pastorinhos a quem a Virgem Santíssima apareceu em 1917. Irmã Lúcia morreu em 2004.

Essa imagem é denominada peregrina internacional, porque percorre o mundo — bem como as outras três — a fim de que todos os povos tenham oportunidade de venerar a Mãe de Deus, sob a invocação de Fátima.

Nossa Senhora em prantos

Das quatro imagens “peregrinas internacionais”, esta a que nos referimos, estando exposta à veneração dos fiéis na cidade norte-americana de Nova Orleans, verteu lágrimas, por 14 vezes.

O impressionante acontecimento foi largamente noticiado por jornais do mundo inteiro, em alguns nas primeiras páginas. Inúmeras pessoas presenciaram e dão testemunho do prodígio. As fotos da imagem em prantos aqui estampadas, e divulgadas naquela época — nas quais se podem notar lágrimas nos olhos e uma gota que pende do nariz — são do Pe. Elmo Romagosa, uma das testemunhas oculares do fato. Esse sacerdote, para obter a plena comprovação de que se tratava verdadeiramente de milagre, fez várias experiências com a imagem, e não encontrando qualquer explicação natural para o ocorrido, caiu de joelhos e acreditou.

Por que chorais?

Qual o significado desse pranto da Virgem Santíssima? É, seguramente, o pranto pelos pecados dos homens e na antevisão do castigo que paira sobre o mundo. Por quê?

O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, em artigo publicado na “Folha de S. Paulo”, de 6-8-1972, dá-nos uma interpretação dessa sublime lacrimação: um aviso à humanidade pecadora por permanecer surda à Mensagem que Nossa Senhora mesma anunciou em 1917 na Cova da Iria.

Flores para Nossa Senhora!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Seremos reconhecidos pelos frutos


24 Junho
Comentário ao Evangelho do dia feito por Santo Inácio de Antioquia (? – c. 110), bispo e mártir
Carta aos Efésios, 13-15
Nossa Senhora em visita a sua prima Isabel, mãe de São João O nascimento de João o Baptista está repleto de milagres. Um arcanjo anunciou a vinda de Nosso Senhor e Salvador, Jesus; igualmente, um arcanjo anuncia o nascimento de João (Lc 1, 13) e diz: «será cheio do Espírito Santo já desde o ventre da sua mãe» (Lc 1, 16). O povo judaico não via que Nosso Senhor realizava «milagres e prodígios» e curava muitas doenças, mas João exulta de alegria estando ainda no seio materno; não se consegue detê-lo e, à chegada da mãe de Jesus, a criança tenta sair do seio de Isabel: «Pois, logo que chegou aos meus ouvidos a tua saudação, o menino saltou de alegria no meu seio» (Lc 1,44). Ainda no seio de sua mãe, João recebeu o Espírito Santo [...].
A Escritura diz depois: «E reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor, seu Deus» (Lc 1, 16). João reconduziu «um grande número»; o Senhor não reconduziu apenas um grande número, mas todos. Com efeito, a Sua obra é reconduzir todos os homens a Deus Pai [...].
A meu ver, o mistério de João realiza-se no mundo até aos nossos dias. Todo aquele que está destinado a crer em Cristo Jesus necessita primeiro que o espírito e a força de João entrem na sua alma para «proporcionar ao Senhor um povo com boas disposições» (Lc 1, 17) e para que, nas asperezas do seu coração, toda a ravina seja preenchida, todo o monte e colina sejam abatidos. Não foi apenas naquele tempo que os caminhos foram aplainados e as veredas endireitadas (Lc 3, 5); ainda hoje o espírito e a força de João precedem o advento do Senhor, nosso Salvador. Ó sublimidade do mistério do Senhor e do Seu desígnio sobre o mundo!

Fonte: Evangelho Quotidiano

Nossa Senhora concede graças a quem recorre a Ela


A serviço de Santo Cura D’Ars estava uma respeitável senhora, Catarina Lassagne, testemunha da confiança com que ele orava à Virgem e da rapidez com que Ela o atendia.
Uma tarde, supondo estar o Cura ainda na igreja, Catarina ia entrar no quarto sem bater; mas apenas abriu a porta, deteve-se na soleira, deslumbrada pelo espetáculo inesperado que defrontou. No meio da luz que rodeava uma aparição maravilhosa, o santo sacerdote falava à celeste visitadora com simplicidade infantil.
Catarina compreendeu quanto era indiscreta e quis fugir, mas foi-lhe impossível mover-se, como se a prendesse invisível força.

- Minha boa Mãe, dizia o Santo Cura D’Ars, rogo-Vos, dai-me a cura de tal doente …
A Virgem inclina-se e sorri:
- Concedo-te.
- Obrigado, minha boa Mãe. Vós nunca me recusais nada; tende compaixão de tal pecador obstinado, dai-lhe uma daquelas graças irresistíveis que o restitua a vosso Filho!
- Concedo-te também isso.
- Oh! Obrigado, minha boa Mãe. Deixai-me fazer mais um pedido. Sou pobre e nada tenho para dar à minha fiel serva…. Curai-a, pelo menos antes da minha morte, da doença de que sofre.
Terceira vez respondeu a Virgem:
- Concedo-te.
E desapareceu a visão. Voltando a si, o bom Cura vê Catarina no vão da porta.
- Como assim? Você estava aí apesar da minha proibição?
- Mas… eu não sabia e quando quis ir embora não pude…
- Então como está agora?
- Estou curada…
- Demos graças à Maria, mas jure-me que você nunca dirá a ninguém o que viu agora.
Catarina jurou e cumpriu a palavra. Mas quando se cuidou do processo de canonização, foi desligada do juramento e obrigada a revelar esta admirável cena.

(Ó MARIA, CONFIO EM VOS — Pe. David Ardito

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Nada pode nos atemorizar tanto, quanto Cristo pode nos tranqüilizar


“Cerquem-me os pecados, aflijam-me os temores do futuro, preparem-me os demônios suas armadilhas; não posso deixar de confiar se peço a misericórdia de Cristo, todo bondade, que me amou até a morte. Vejo-me tanto e de tal maneira amado por um Deus que se entregou por mim“.

- Santo Afonso Maria de Ligório –

Extraído do livro – O Sagrado Coração de Jesus

terça-feira, 22 de junho de 2010

SAGRADA FAMÍLIA


Sagrada Família, preciso de Vós. Não tenho palavras para Vos apresentar as minhas necessidades, custa-me falar, e custa-me rezar, contudo Vós conheceis o que preciso, o que a minha pobre alma precisa de Vós e o que a minha família necessita do Vosso abrigo. Nas Vossas mãos me entrego totalmente me abandono e seja como Vós quiserdes.
Olhai pelos meus pobres filhos especialmente os que estão mais doentes, por favor ajudai-os a tratarem-se e cuidai deles, eu sózinha não consigo. Velai pelo meu marido para que também ele se sinta envolvido na família e nas suas doenças e sofrimentos. Sagrada Família tende piedade de nós! Peço também a Vossa ajuda para uma pessoa velhinha que precisa de apoio.
Dai-nos a Vossa Benção e guiai-nos pelo caminho que Jesus nos ensinou. Amén

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A entronização do Sagrado Coração de Jesus nos lares

A entronização da imagem do Sagrado coração de Jesus nos lares, faz parte de um conjunto de iniciativas que nasceram em torno da devoção ao Sagrado Coração, animadas por um espírito comum, e destinadas a atender a necessidades diversas do apostolado.

Essa prática piedosa é tão importante que, se levada adiante com seriedade, pode regenerar o mundo.

A razão disso é simples. A família é a primeira das sociedades naturais e, sob vários pontos de vista, também a mais importante. É de seu desenvolvimento – por agrupação, divisão ou extensão – que nascem as demais sociedades nos mais variados âmbitos, até chegar à sociedade suprema, o Estado.

Se a família for moralmente sadia, ela transmitirá sua saúde às outras instituições. Se estiver contaminada por qualquer vício, contaminará todas as outras sociedades que dela nascem. A Entronização do Sagrado Coração nos lares visa, pois, regenerar, preservar e aperfeiçoar a célula básica da sociedade, que é a família.

A Entronização é uma consagração da família ao Sagrado Coração, e exprime o propósito de torná-Lo Rei daquela sociedade, colocando-O simbolicamente num trono. Seu fim próximo é fazer com que, na família, reine um espírito efetivamente cristão. Seu fim remoto é o de preparar condições para o Reinado de Jesus Cristo na sociedade.

Nosso Senhor fez a Santa Margarida Maria duas promessas, que tocam diretamente à família e à Obra da Entronização:

1° “Porei paz em suas famílias”.

2° “Abençoarei os lugares em que a imagem de meu Coração for exposta e honrada

domingo, 20 de junho de 2010

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

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Sagrado Coração de Jesus, eu Vos amo.
Sagrado Coração de Jesus, eu tenho confiança em Vós.
Vós que conheceis a minha vida, a minha alma, o meu coração, as minhas fraquezas, tende piedade de mim. Nas Vossas mãos coloco tudo o que tenho e tudo o que sou. Guardai-me no Vosso Coração. E que seja sempre feita em tudo e sempre a vossa Vontade.
Eu Vos amo embora não o saiba demonstrar muito bem e ao Imaculado Coração de Maria, Mãe de Amor. Em Vós me abandono Meu Deus, e Vos agradeço todo o Vosso Amor infinito que não mereço.

Oração – As asas da Misericórdia da Mãe de Deus


Ó imaculada e toda pura Virgem Maria, Mãe de Deus, Rainha do universo, nossa clementíssima Soberana, sois superior a todos os santos, sois a única esperança dos eleitos e a alegria dos bem-aventurados. Por vós fomos reconciliados com nosso Deus. Sois a única advogada dos pecadores, o porto de quem fez naufrágio.

Sois a consolação do mundo, o resgate do cativo, a saúde do enfermo, a alegria do aflito, o refúgio e a salvação do gênero humano.

Ó grande Princesa, ó Mãe de Deus, cobri-nos com as asas de vossa misericórdia, tende piedade de nós. Não nos é dada outra esperança senão vós, ó Virgem puríssima. Estamos entregues a vós e nos consagramos ao vosso serviço, como vossos servos.

Não permitais que Lúcifer nos arraste para o inferno. Ó Virgem Imaculada, estamos sob vosso patrocínio, por isso a vós unicamente recorremos, suplicando-vos que não consintais que vosso Filho, irritado por nossos pecados, nos abandone ao poder do demônio.

Ó cheia de graça, iluminai minha inteligência, abri meus lábios para que eu cante vossos louvores, principalmente a saudação angélica tão digna de vós. Eu vos saúdo, ó paz, ó alegria, ó consolação de todo o mundo.

Eu vos saúdo, ó maior milagre do universo, paraíso de delícias, porto seguro para os que estão em perigo, manancial de graças, medianeira entre Deus e os homens.

Oração de São Efrém

sábado, 19 de junho de 2010

UM CERCO QUE SE APERTA


"A Cruz de Cristo será a ruína do Demónio" (Papa Bento XVI)
Os mentores da nossa sociedade andam encantados com a homossexualidade! Começaram por se encantar com a descoberta tardia da sexualidade: em nome da liberdade, após o 25 de Abril de 1974, descobriram que era uma opressão não forçar as crianças a descobrir as virtualidades do sexo - do seu e do dos outros - e fazer dele o centro das suas vivências. E descobriram também que a adolescência não era o tempo da descoberta do corpo e do amor, mas da realização do sexo, a livre gosto. Caíram no erro. Mas isso fez-se moda e pegou. As revistas, as telenovelas, os anúncios de outras mercadorias foram grandes instrumentos de provocação sexual, e os adolescentes e a família foram e são as maiores vítimas das ideologias e dos objectivos destruidores de minorias poderosas e mal realizadas na vida. A todos é e foi fornecido alimento pornográfico suficiente para provocar dependências responsáveis por rupturas nas famílias. Um dos objectivos ficou assim atingido.
Também aumentaram negócios ligados ao sexo. E deu-se recentemente mais um "avanço" na dita “libertação sexual”: a aprovação da lei do “casamento homossexual." Impera o esquecimento de que o ser humano é parte da natureza, a não danificar, tornado-o vítima de tanta poluição!
Mas, a “festa” continua: estejamos atentos aos anúncios, às revistas, às telenovelas: serão os grandes púlpitos da pregação dessas ideologias que orientam para a degradação da pessoa humana. Nas próximas telenovelas, não vão faltar cenas - eventualmente chocantes - de ternuras entre pares homossexuais. E para quê? Para tentar sedimentar a ideia de que a homossexualidade é natural, e colocar a relação homossexual em paridade com a relação heterossexual - o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo em paridade com o casamento entre pessoas de sexo diferente.
Já ouvi este argumento de ligeireza intelectual: Se um homem conhece muito melhor a psicologia do outro homem do que a psicologia da mulher, por que se há de dar à maçada de casar com uma mulher? E podemos continuar a raciocinar à superfície das questões: e se até nem quer ter filhos? E se vier, então, a lei da adopção em que a criança terá apenas dois pais ou duas mães? Já li um artigo em que se concluía, com base numa estatística, à qual me pareceu faltarem elementos investigados que a valide, que os filhos de lésbicas são na escola mais serenos do que os filhos dos casais normais!
Tanto interesse em aplaudir novos tipos de famílias, porquê? Certamente com o objectivo escondido, por acaso ou de propósito, da destruição da família normal e natural. Natural, por quê? Porque, homem e mulher, dada a respectiva configuração tanto física como psíquica, foram feitos para se complementarem, e nessa complementaridade colaborarem para o povoamento da terra e o seu ordenamento em rentabilidade e beleza progressivos. Porquê, então, esta luta pelo anti-natural? Será porque a sociedade está louca, ou porque há na sombra algum projecto a pôr em prática?
Pelos ataques visíveis a Cristo e à Igreja, poderemos concluir que estamos perante uma luta pela defesa e implantação no mundo dos anti-valores. É um cerco a Deus e aos cristãos, que se aperta progressivamente.
Então, é hora de os cristãos, tão inteligentes como os outros, lerem por detrás do que e vê e do que se ouve nos meios de comunicação, escrita e oral, e nos anúncios de rua, e tirarem as conclusões e pô-las em prática.
Vamos acordar! Num mundo sem Deus, com leis e ofertas ao contrário dos valores cristãos, os fracos são esmagados e os ricos protegidos. A corrupção esmaga o amor e incendeia o ódio. Sem amor, as famílias desfazem-se. A violência substitui a paz. Os suicídios e homicídios destroem a vida e aumentam assustadoramente. O medo instala-se na sociedade! Não somos nós testemunhas disso mesmo? Até cegos e surdos se apercebem da decadência da sociedade em que vivemos!
Vamos estar atentos, sem nos deixarmos iludir! Vamos regressar a Deus! Temos apoios: o Papa e os nossos Bispos: Vamos assumir a nossa responsabilidade. É urgente levar Jesus Cristo aos outros! É urgente acreditar mais em Deus do que nos homens!
Hercília Pinto
Comunidade Cristo de Betânia

quinta-feira, 17 de junho de 2010

São Ranieri de Pisa, Confessor


Era músico e tocava lira em Pisa, quando se converteu graças às orações de Santo Alberto da Córsega. Depois de viver algum tempo recolhido, como solitário, partiu em peregrinação à Terra Santa. Retornando a Pisa e ingressando no Mosteiro de São Guido, transformou-se em pouco tempo no apóstolo e diretor espiritual de Pisa. Possuía o dom dos milagres, lia segredos nos corações, expulsava demônios, realizava curas e conversões. Depois de falecido, continuou operando prodígios por meio da água benzida com sua oração ou colocada sobre sua sepultura.

Extraído do livro – “Cada dia tem seu santo”, de A de França Andrade

quarta-feira, 16 de junho de 2010

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS



Santa Margarida Maria Alacoque - Confidente do Sagrado Coração de Jesus

Essa grande santa visitandina nasceu em Verosvres (França), em 22-7-1647, e três dias depois recebeu o batismo.

Ainda muito pequena, bastava alguém dizer-lhe que tal coisa ofendia a Deus, para que ela compreendesse imediatamente que não se devia fazer. A menina Margarida Maria rezou certo dia: “Ó meu Deus, eu Vos consagro minha pureza e Vos faço o voto de castidade perpétua”. Mais tarde, ela própria disse que não sabia o que significava “voto de castidade perpétua”, mas sentiu-se inspirada a fazer essa consagração.

Quando contava oito anos, devido à morte de seu pai, passou dois anos como aluna no convento das clarissas, em Charolles, e fez ali sua primeira comunhão. Vendo o bom exemplo das religiosas, nasceu em sua alma a vocação religiosa.

Como um indício da grande vocação a que ela era chamada, é oportuno lembrar um fato de sua vida: muito devota da Santíssima Virgem, rezava todos os dias o terço de joelhos. Mas um dia rezou-o sentada. Nossa Senhora apareceu-lhe e a repreendeu: “Estranho muito, minha filha, que me sirvas com tanto desleixo”.

Mais tarde, quando manifestou a familiares seu desejo de ser religiosa, esses pressionaram-na para que entrasse no convento das ursulinas. Ela respondia: “Eu quero ir às visitandinas, em um convento bem longe, onde não tenha nem parentes nem conhecidas, porque não quero ser religiosa senão por amor de Deus”.

Afinal, aos 24 anos, seu desejo se cumpriu, depois de 10 anos de provações. Entrou no convento das visitandinas de Paray-le-Monial da Ordem da Visitação de Santa Maria — instituição religiosa fundada por São Francisco de Sales (1567-1622) e Santa Joana de Chantal (1572-1641). Esse convento francês fora escolhido por Nosso Senhor para, a partir daí, mais intensamente expandir pelo mundo inteiro a devoção a seu Sacratíssimo Coração.

Como religiosa nesse convento, por três ocasiões sucessivas o Divino Redentor apareceu-lhe com o Sagrado Coração à mostra, fez-lhe ver o desejo ardente que tinha de salvar os pecadores e pediu a instituição de uma festa litúrgica para honrá-Lo, bem como a comunhão reparadora das primeiras sextas-feiras do mês.

Tal missão não se realizaria senão com muitas lutas e sofrimentos. Ela era criticada dentro e fora do convento. Internamente, criticava-se tal devoção como sendo uma “novidade extravagante”; externamente, era criticada pelos jansenistas* — os progressistas da época. Esses atacavam virulentamente o culto ao Sagrado Coração e à Eucaristia.

Entretanto, o Divino Redentor quis servir-se da santa religiosa visitandina para difundir universalmente a devoção. Após sua morte, em 1690, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus estendeu-me muito, não apenas na França, mas por outros países. Ela foi canonizada em 1920, pelo papa Bento XV**.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Que o Senhor me proteja!


Senhor!
Esteja à minha frente para me iluminar!
Esteja atrás para me proteger!
Esteja ao meu lado para me amparar! Amém!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

domingo, 13 de junho de 2010

Maria, a causa de nossa alegria


Santo Agostinho diz:
“Eva chorou; Maria exultou! A mãe de nossa raça nos trouxe a tristeza: A Mãe de Deus, a alegria!”
E o bem-aventurado dominicano Henrique Suso costumava repetir:“Com Maria, é tudo prazer e alegria; sem Maria, é tudo tristeza, é tudo dor.”
São Bernardo de Claraval:
“Todas as vezes que penso em Maria, sinto em meu coração uma alegria que excede a todas as alegrias terrestres e suaviza todas as dores.”
Eis por que, em tom profético, exclama a Igreja em sua liturgia mariana:
“A tua natividade, ó Maria, significa um gáudio imenso para o mundo inteiro!”

(A ALMA GLORIOSA DE MARIA – Frei Henrique G. Trindade, OFM

sábado, 12 de junho de 2010

NOSSA SENHORA DO SIM

NOSSA SENHORA DO SIM


UM BREVE COMENTÁRIO GERAL
O Sim de Nossa Senhora a Deus por meio do Anjo Gabriel é um momento de rara beleza mística. O Criador de todas o universo, pede consentimento a Maria para envolve-la em seus planos de Salvação. Satanás não pede, interfere, intercepta, seduz; Deus pede consentimento e consciência! O Sim de Maria é condição sine-qua-non do Plano de Salvação. Deus sabe disso. Maria tem pelo poder do Espírito plena consciência de tudo o que seu Sim radical representará na sua vida.
De imediato, José seu noivo poderia não entender essa “gravidez espiritual” , era bem provável e assim se deu. Ser mãe de um filho de Deus é responsabilidade transcendente para as forças de uma menina de 14 anos, ela entende que haveria perseguições e sente desde então o cheiro de sangue no ar! Mas confia em Deus, confia que Ele proverá os meios e a força bastantes para cumprir essa tarefa e diz SIM!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Maior concelebração da história de Roma fechou ano sacerdotal


Mais de 15 mil padres de todo o mundo marcaram presença esta Sexta-feira na Missa que encerrou o Ano Sacerdotal, no Vaticano, naquela que foi a celebração eucarística com o maior número de concelebrantes da história de Roma.

EXERTOS DO ENCERRAMENTO DO ANO SACERDOTAL EM ROMA

A Missa, presidida por Bento XVI, colocou um ponto final neste ano, que ele próprio convocou para assinalar o 150.º aniversário da morte do Santo Cura d’Ars, João Maria Vianney (1786-1859).
Simbolicamente, Bento XVI utilizou na celebração o cálice que pertencia a São João Maria Vianney, que hoje é conservado na paróquia de Ars (França).
Mons. Guido Marini, responsável pelas celebrações litúrgicas do Papa, lembra que o Santo francês "esteve no centro do Ano Sacerdotal”.
A celebração contou com momentos particulares, como o "rito de aspersão com a água benta, como acto penitencial", para “retomar o tema da purificação, sobre o qual o Papa falou ultimamente, em diversas ocasiões".
Depois da homilia, os sacerdotes renovaram as promessas sacerdotais, como na Quinta-Feira Santa, na Missa Crismal.
No fim da concelebração, antes da bênção conclusiva, o Papa renovou o acto de consagração dos sacerdotes a Nossa Senhora, segundo a fórmula utilizada por ocasião da peregrinação a Fátima, no dia 13 de Maio.
Quinta-feira, na vigília de oração com Bento XVI que decorreu na Praça de São Pedro, o Prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Cláudio Hummes, explicou que o Ano sacerdotal teve como objectivo "promover o compromisso de interior renovação de todos os sacerdotes por um forte e incisivo testemunho evangélico no mundo de hoje".
"Cada sacerdote sabe bem que nunca está concluído o caminho de conversão", afirmou o Cardeal brasileiro, acrescentando que este caminho se inicia no seminário e que prossegue durante toda a existência terrena, pelo que deixou votos de que “o Ano Sacerdotal não termine nunca".

Aprender de Nosso Senhor, a chave para a devoção autêntica


Uma passagem do Evangelho atraiu sempre, e de maneira especial, a atenção dos devotos e estudiosos do Sagrado Coração. Em certa ocasião Cristo pregava sobre a importância da inocência e da despretensão na aquisição dos bens espirituais:

“Graças de dou, ó Pai, Senhor do Céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos prudentes, e as revelastes aos pequeninos”.

E, apontando seu coração como exemplo a ser imitado por todos os que procuravam um caminho para seus passos, concluía:

“Vinde a mim todos os que trabalhais e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. Tomais sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis paz para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu peso, leve” (São Mateus 11, 25-30).

Aprender de Nosso Senhor. Está aqui o principal fim da devoção ao Sagrado Coração: a imitação. Ter sentimentos interiores, seus espírito e sua mentalidade. Se não houver a imitação do Coração de Jesus, a devoção a Ele não será autêntica.

Extraído do livro: O Sagrado Coração de Jesus

Meu Jesus e meu Tudo não me abandoneis, nunca, por Vossa infinita misericórdia. Eu quero estar escondida dentro do Vosso Coração, como se fosse uma criancinha.

LENDA OU VERDADE?


Há muitas “leyendas” acerca da história do Cálice utilizado na última Ceia. Mas é na Catedral gótica de Valência, na Espanha, que está o Santo Cálice.

Nos arquivos da Catedral, se conservam os documentos que atestam sua autenticidade.

Eis a história:

Depois da assunção de Nossa Senhora, São Pedro levou o Cálice à Roma, onde os Papas o utilizavam na celebração da Missa, até a perseguição aos cristãos, na época de Valério.

São Lourenço, o diácono, pouco antes do seu martírio, enviou-o, para estar bem guardado, à Huesca, sua cidade natal, com uma carta escrita de seu próprio punho.

Em Huesca se conservou até 713, sendo depois resgatado dos invasores sarracenos e entregue ao Rei Mártir de Aragão.

De Zaragoza foi levado à Valência pelo Rei Alfonso V.

(HISTORIETAS CATEQUISTICAS, 28 SERIE — F.H. Drinkwater

terça-feira, 8 de junho de 2010

DIVINO ESPIRITO SANTO


Iluminai as nossas almas.

Mesmo sem língua proclamavam o Evangelho de Cristo


Hunerico, Rei dos Vândalos, e ariano, perseguia a todos que confessassem a divindade de Nosso Senhor.

Por esta razão, mandou arrancar a língua de trezentos católicos da Mauritânia, porque não quiseram passar também para a heresia ariana. Mas quis Deus que, apesar de se acharem mutilados, continuassem falando para dar testemunho e glorificar o Filho de Deus, menos dois que por se terem entregue à má vida, ficaram mudos. Este milagre teve muitos testemunhos, entre eles o Imperador Justino, que conheceu alguns deles em Constantinopla.

N.B.: Arianismo era uma doutrina herética, pregada por um bispo católico, o qual foi excomungado; a sua doutrina negava a Santíssima Trindade.

(APUN’I'ES E EJEMPLOS DE CATECISMO – José P. Grandmaison

sábado, 5 de junho de 2010

Nossa Senhora descrita por quem a conheceu


Possuímos documentos de escritores sacros que nos testemunham as viagens que fizeram os cristãos para visitar a Mãe de Deus. Santo Inácio Mártir, por exemplo, escreveu a São João, de quem era discípulo:

- Eu e muitos outros fiéis de Antioquia temos um vivíssimo desejo de ver a Mãe de Jesus; pois muitos me contaram ser Ela riquíssima de todas as espécies de graça e possuir na alma o tesouro de todas as virtudes.

Escreveu também à própria Virgem Mãe:

- Supliquei-Vos já umas vezes, e venho suplicar-Vos novamente, que Vos digneis fortalecer, em Vós e por Vós os cristãos recém convertidos na fé que abraçaram.

Até da Grécia veio Dionísio, o sábio Aropagita e discípulo de São Paulo, para ver a Mãe de Deus. Ele mesmo conta que, ao contemplar a Virgem Santíssima, se maravilhara tanto de sua beleza e dignidade, que se teria prostrado por terra e a adoraria, se não fosse cristão e já soubesse que existia um só Deus.

(NOSSA SENHORA RAINHA DOS APÓSTOLOS — Pe. Dr. Erasmo P.S.M

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O universo: obra do acaso?


O célebre astrônomo Kircher tinha um amigo que duvidava da existência de Deus. Um dia, enquanto esperava a visita do amigo, Kircher pôs numa mesa um magnífico Globo Terrestre.
Ao vê-lo, o ateu ficou admirado e não cessava de elogiá-lo. E perguntou de quem era. O astrônomo disse-lhe que não tinha proprietário e que sem dúvida devia ter chegado ali por acaso; pois não se podia explicar de outro modo sua presença.
O amigo sentiu-se ridicularizado pelo astrônomo, mas este, com toda seriedade, sustentava o que havia afirmado, até que viu que o ateu se dava por ofendido. Então, Kercher, sorrindo, disse-lhe:
Você diz que é absurdo admitir que este Globo tenha aparecido aqui por acaso, e no entanto sustenta que o admirável Globo em que habitamos seja obra do acaso, o que é mais absurdo ainda.
Esta observação o reduziu ao silêncio…
(APONTES Y EEMPLOS DE CATECISMO — José P.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

PRIMEIRA COMUNHÃO



O meu neto Francisco fez hoje dia do Corpo de Deus a sua primerira comunhão, na Paróquia da Sagrada Família do Calhariz de Benfica.
Que Jesus descido ao seu coração faça dele um bom menino.
Que Maria nossa Mãe, esteja sempre a seu lado, nas horas boas e más.
Que o seu anjo da guarda o ilumine e proteja, Ámen