EU VOS AMO! VÓS SOIS A MINHA VIDA.
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sábado, 17 de março de 2012

AMOR E MISERICÓRDIA Semana: Quaresma III Tempo


LEITURA I Os 6, 1-6
«Eu quero a misericórdia e não os sacrifícios»

Toda a verdadeira atitude de conversão nasce do fundo do coração, e não apenas de promessas superficiais ou do cumprimento puramente exterior de certos costumes tidos por religiosos e bons. O amor sincero e verdadeiro tem raízes fundas no coração. Há-de ser sólido e estável, e não como o orvalho da manhã que os primeiros raios do Sol fazem desaparecer. O que Deus quer de nós é o amor, e não apenas sinais exteriores sem correspondência interior. Estes três dias de que fala a leitura evocam já, de algum modo, o próximo Tríduo Pascal.

Leitura da Profecia de Oseias
Vinde, voltemos para o Senhor. Se Ele nos feriu, Ele nos curará. Se nos atingiu com os seus golpes, Ele tratará as nossas feridas. Ao fim de dois dias, Ele nos fará viver de novo; ao terceiro dia nos levantará e viveremos na sua presença. Procuremos conhecer o Senhor: a sua vinda é certa como a aurora. Virá a nós como o aguaceiro de Outono, como a chuva da Primavera sobre a face da terra. «Que farei por ti, Efraim? Que farei por ti, Judá?» – diz o Senhor – «O vosso amor é como o nevoeiro da manhã, como o orvalho da madrugada que logo se evapora. Por isso os castiguei por meio dos Profetas e os matei com palavras da minha boca; e o meu direito resplandece como a luz. Porque Eu quero a misericórdia e não os sacrifícios, o conhecimento de Deus, mais que os holocaustos».
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 50 (51), 3-4.18-19.20-21 (R. cf. Os 6, 6)
Refrão: Eu quero a misericórdia e não os sacrifícios. Repete-se

Compadecei-Vos de Mim, ó Deus, por vossa bondade,
pela vossa grande misericórdia,
apagai os meus pecados.
Lavai-me de toda a iniquidade
e purificai-me de todas as faltas. Refrão

Não é do sacrifício que Vos agradais
e, se eu oferecer um holocausto, não o aceitareis.
Sacrifício agradável a Deus é o espírito arrependido:
não desprezareis, Senhor,
um espírito humilhado e contrito. Refrão

Pela vossa bondade, tratai Sião com benevolência,
reconstruí os muros de Jerusalém.
Então Vos agradareis dos sacrifícios devidos,
oblações e holocaustos,
então serão oferecidas vítimas sobre o vosso altar.
Refrão


ACLAMAÇÃO ANTES DO EVANGELHO cf. Salmo 94 (95), 8ab
Refrão: A salvação,
a glória e o poder a Jesus Cristo,
Nosso Senhor. Repete-se

Se hoje ouvirdes a voz do Senhor,
não fecheis os vossos corações. Refrão



EVANGELHO Lc 18, 9-14
«O publicano desceu justificado para sua casa
e o fariseu não»

O fariseu é o exemplo da pessoa que julga que, por ser exteriormente cumpridora e de costumes religiosos, é já, só por isso, santa e perfeita; o publicano é o modelo da pessoa humilde e consciente da sua qualidade de pecador. A humildade do pecador alcança-lhe o perdão, ao passo que o orgulho daquele que se julga cumpridor ainda o torna mais pecador. A conversão verdadeira supõe a humildade, o arrependimento, a disposição para cumprir a vontade de Deus, mas por amor de Deus, sem comparações com os outros e sem os julgar; só Deus julga, perdoa e salva.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, Jesus disse a seguinte parábola para alguns que se consideravam justos e desprezavam os outros: «Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro publicano. O fariseu, de pé, orava assim: ‘Meu Deus, dou-Vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de tudo quanto possuo’. O publicano ficou a distância e nem sequer se atrevia a erguer os olhos ao Céu; mas batia no peito e dizia: ‘Meu Deus, tende compaixão de mim, que sou pecador’. Eu vos digo que este desceu justificado para sua casa e o outro não. Porque todo aquele que se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».
Fonte: facebook

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Salmos, 40


1. Ao mestre de canto. Salmo de Davi.
2. Feliz quem se lembra do necessitado e do pobre, porque no dia da desgraça o Senhor o salvará.
3. O Senhor há de guardá-lo e o conservará vivo, há de torná-lo feliz na terra e não o abandonará à mercê de seus inimigos.
4. O Senhor o assistirá no leito de dores, e na sua doença o reconfortará.
5. Quanto a mim, eu vos digo: Piedade para mim, Senhor; sarai-me, porque pequei contra vós.
6. Meus inimigos falam de mim maldizendo: Quando há de morrer e se extinguir o seu nome?
7. Se alguém me vem visitar, fala hipocritamente. Seu coração recolhe calúnias e, saindo fora, se apressa em divulgá-las.
8. Todos os que me odeiam murmuram contra mim, e só procuram fazer-me mal.
9. Um mal mortal, dizem eles, o atingiu; ei-lo deitado, para não mais se levantar.
10. Até o próprio amigo em que eu confiava, que partilhava do meu pão, levantou contra mim o calcanhar.
11. Ao menos vós, Senhor, tende piedade de mim; erguei-me, para eu lhes dar a paga que merecem.
12. Nisto verei que me sois favorável, se meu inimigo não triunfar de mim.
13. Vós, porém, me conservareis incólume, e na vossa presença me poreis para sempre.
14. Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, de eternidade em eternidade! Assim seja! Assim seja!

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terça-feira, 19 de abril de 2011

Salmos, 90


1. Tu que habitas sob a proteção do Altíssimo, que moras à sombra do Onipotente,
2. dize ao Senhor: Sois meu refúgio e minha cidadela, meu Deus, em que eu confio.
3. É ele quem te livrará do laço do caçador, e da peste perniciosa.
4. Ele te cobrirá com suas plumas, sob suas asas encontrarás refúgio. Sua fidelidade te será um escudo de proteção.
5. Tu não temerás os terrores noturnos, nem a flecha que voa à luz do dia,
6. nem a peste que se propaga nas trevas, nem o mal que grassa ao meio-dia.
7. Caiam mil homens à tua esquerda e dez mil à tua direita, tu não serás atingido.
8. Porém verás com teus próprios olhos, contemplarás o castigo dos pecadores,
9. porque o Senhor é teu refúgio. Escolheste, por asilo, o Altíssimo.
10. Nenhum mal te atingirá, nenhum flagelo chegará à tua tenda,
11. porque aos seus anjos ele mandou que te guardem em todos os teus caminhos.
12. Eles te sustentarão em suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra.
13. Sobre serpente e víbora andarás, calcarás aos pés o leão e o dragão.
14. Pois que se uniu a mim, eu o livrarei; e o protegerei, pois conhece o meu nome.
15. Quando me invocar, eu o atenderei; na tribulação estarei com ele. Hei de livrá-lo e o cobrirei de glória.
16. Será favorecido de longos dias, e mostrar-lhe-ei a minha salvação.

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terça-feira, 12 de abril de 2011

Salmos, 33


1. De Davi. Quando simulou alienação na presença de Abimelec e, despedido por ele, partiu.
2. Bendirei continuamente ao Senhor, seu louvor não deixará meus lábios.
3. Glorie-se a minha alma no Senhor; ouçam-me os humildes, e se alegrem.
4. Glorificai comigo ao Senhor, juntos exaltemos o seu nome.
5. Procurei o Senhor e ele me atendeu, livrou-me de todos os temores.
6. Olhai para ele a fim de vos alegrardes, e não se cobrir de vergonha o vosso rosto.
7. Vede, este miserável clamou e o Senhor o ouviu, de todas as angústias o livrou.
8. O anjo do Senhor acampa em redor dos que o temem, e os salva.
9. Provai e vede como o Senhor é bom, feliz o homem que se refugia junto dele.
10. Reverenciai o Senhor, vós, seus fiéis, porque nada falta àqueles que o temem.
11. Os poderosos empobrecem e passam fome, mas aos que buscam o Senhor nada lhes falta.
12. Vinde, meus filhos, ouvi-me: eu vos ensinarei o temor do Senhor.
13. Qual é o homem que ama a vida, e deseja longos dias para gozar de felicidade?
14. Guarda tua língua do mal, e teus lábios das palavras enganosas.
15. Aparta-te do mal e faze o bem, busca a paz e vai ao seu encalço.
16. Os olhos do Senhor estão voltados para os justos, e seus ouvidos atentos aos seus clamores.
17. O Senhor volta a sua face irritada contra os que fazem o mal, para apagar da terra a lembrança deles.
18. Apenas clamaram os justos, o Senhor os atendeu e os livrou de todas as suas angústias.
19. O Senhor está perto dos contritos de coração, e salva os que têm o espírito abatido.
20. São numerosas as tribulações do justo, mas de todas o livra o Senhor.
21. Ele protege cada um de seus ossos, nem um só deles será quebrado.
22. A malícia do ímpio o leva à morte, e os que odeiam o justo serão castigados.
23. O Senhor livra a alma de seus servos; não será punido quem a ele se acolhe.

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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sabedoria, 1


1. Amai a justiça, vós que governais a terra, tende para com o Senhor sentimentos perfeitos, e procurai-o na simplicidade do coração,
2. porque ele é encontrado pelos que o não tentam, e se revela aos que não lhe recusam sua confiança;
3. com efeito, os pensamentos tortuosos afastam de Deus, e o seu poder, posto à prova, triunfa dos insensatos.
4. A Sabedoria não entrará na alma perversa, nem habitará no corpo sujeito ao pecado;
5. o Espírito Santo educador (das almas) fugirá da perfídia, afastar-se-á dos pensamentos insensatos, e a iniqüidade que sobrevém o repelirá.
6. Sim, a Sabedoria é um espírito que ama os homens, mas não deixará sem castigo o blasfemador pelo crime de seus lábios, porque Deus lhe sonda os rins, penetra até o fundo de seu coração, e ouve as suas palavras.
7. Com efeito, o Espírito do Senhor enche o universo, e ele, que tem unidas todas as coisas, ouve toda voz.
8. Aquele que profere uma linguagem iníqua, não pode fugir dele, e a Justiça vingadora não o deixará escapar;
9. pois os próprios desígnios do ímpio serão cuidadosamente examinados; o som de suas palavras chegará até o Senhor, que lhe imporá o castigo pelos seus pecados.
10. É, com efeito, um ouvido cioso, que tudo ouve: nem a menor murmuração lhe passa despercebida.
11. Acautelai-vos, pois, de queixar-vos inutilmente, evitai que vossa língua se entregue à crítica, porque até mesmo uma palavra secreta não ficará sem castigo, e a boca que acusa com injustiça arrasta a alma à morte.
12. Não procureis a morte por uma vida desregrada, não sejais o próprio artífice de vossa perda.
13. Deus não é o autor da morte, a perdição dos vivos não lhe dá alegria alguma.
14. Ele criou tudo para a existência, e as criaturas do mundo devem cooperar para a salvação. Nelas nenhum princípio é funesto, e a morte não é a rainha da terra,
15. porque a justiça é imortal.
16. Mas, (a morte), os ímpios a chamam com o gesto e a voz. Crendo-a amiga, consomem-se de desejos, e fazem aliança com ela; de fato, eles merecem ser sua presa.

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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Salmos, 26


1. De Davi. O Senhor é minha luz e minha salvação, a quem temerei? O Senhor é o protetor de minha vida, de quem terei medo?
2. Quando os malvados me atacam para me devorar vivo, são eles, meus adversários e inimigos, que resvalam e caem.
3. Se todo um exército se acampar contra mim, não temerá meu coração. Se se travar contra mim uma batalha, mesmo assim terei confiança.
4. Uma só coisa peço ao Senhor e a peço incessantemente: é habitar na casa do Senhor todos os dias de minha vida, para admirar aí a beleza do Senhor e contemplar o seu santuário.
5. Assim, no dia mau ele me esconderá na sua tenda, ocultar-me-á no recôndito de seu tabernáculo, sobre um rochedo me erguerá.
6. Mas desde agora ele levanta a minha cabeça acima dos inimigos que me cercam; e oferecerei no tabernáculo sacrifícios de regozijo, com cantos e louvores ao Senhor.
7. Escutai, Senhor, a voz de minha oração, tende piedade de mim e ouvi-me.
8. Fala-vos meu coração, minha face vos busca; a vossa face, ó Senhor, eu a procuro.
9. Não escondais de mim vosso semblante, não afasteis com ira o vosso servo. Vós sois o meu amparo, não me rejeiteis. Nem me abandoneis, ó Deus, meu Salvador.
10. Se meu pai e minha mãe me abandonarem, o Senhor me acolherá.
11. Ensinai-me, Senhor, vosso caminho; por causa dos adversários, guiai-me pela senda reta.
12. Não me abandoneis à mercê dos inimigos, contra mim se ergueram violentos e falsos testemunhos.
13. Sei que verei os benefícios do Senhor na terra dos vivos!
14. Espera no Senhor e sê forte! Fortifique-se o teu coração e espera no Senhor!

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domingo, 3 de abril de 2011

Salmo 61


1. Ao mestre de canto. Segundo Iditum. Salmo de Davi.
2. Só em Deus repousa minha alma, só dele me vem a salvação.
3. Só ele é meu rochedo, minha salvação; minha fortaleza: jamais vacilarei.
4. Até quando, juntos, atacareis o próximo para derribá-lo como a uma parede já inclinada, como a um muro que se fendeu?
5. Sim, de meu excelso lugar pretendem derrubar-me; eles se comprazem na mentira. Enquanto me bendizem com os lábios, amaldiçoam-me no coração.
6. Só em Deus repousa a minha alma, é dele que me vem o que eu espero.
7. Só ele é meu rochedo e minha salvação; minha fortaleza: jamais vacilarei.
8. Só em Deus encontrarei glória e salvação. Ele é meu rochedo protetor, meu refúgio está nele.
9. Ó povo, confia nele de uma vez por todas; expandi, em sua presença, os vossos corações. Nosso refúgio está em Deus.
10. Os homens não passam de um sopro, e de uma mentira os filhos dos homens. Eles sobem na concha da balança, pois todos juntos são mais leves que o vento.
11. Não confieis na violência, nem espereis vãmente no roubo; crescendo vossas riquezas, não prendais nelas os vossos corações.
12. Numa só palavra de Deus compreendi duas coisas: a Deus pertence o poder,
13. ao Senhor pertence a bondade. Pois vós dais a cada um segundo suas obras.

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sexta-feira, 18 de março de 2011

Ester, 14


1. Por sua parte, a rainha Ester, tomada de uma angústia mortal, recorreu ao Senhor.
2. Depôs suas vestes suntuosas e vestiu roupas de aflição e de pesar. Em lugar de essências preciosas, cobriu a cabeça de cinza e de lama; afligiu duramente seu corpo e por todos os lugares onde costumava alegrar-se espalhou os cabelos que se arrancava.
3. Dirigiu esta prece ao Senhor, Deus de Israel: Meu Senhor, nosso único rei, assisti-me no meu desamparo, porque não tenho outro socorro senão vós,
4. e o perigo que me ameaça eu o toco já com as mãos.
5. Ouvi desde criança, no seio da minha família, que vós, Senhor, tendes escolhido Israel entre todas as nações, e nossos pais, entre todos os seus antepassados, para deles fazer vossa herança perpétua e que tendes executado todas as vossas promessas.
6. Agora pecamos na vossa presença e nos tendes entregado nas mãos de nossos inimigos,
7. por termos adorado seus deuses. Vós sois justo, Senhor.
8. Ora, presentemente não lhes basta a amargura de nossa escravidão, mas colocaram suas mãos sobre as mãos dos ídolos,
9. em sinal de que querem abolir o que vossos lábios decretaram, aniquilar vossa herança, fechar a boca daqueles que vos louvam, extinguir a glória de vosso templo e de vosso altar,
10. a fim de proclamar pela boca dos povos pagãos o poder de seus ídolos e de magnificar eternamente um rei de carne.
11. Ó Senhor, não entregueis vosso cetro aos povos que são nada! Que não se riam de nossa ruína! Fazei cair sobre eles o seu projeto e tornai um escarmento para todo aquele que por primeiro nos atacou.
12. Lembrai-vos de nós, Senhor! Manifestai-vos no dia da tribulação! Dai-nos coragem, Senhor, rei dos deuses e dominador de todo principado!
13. Colocai em seus lábios palavras prudentes na presença do leão e fazei passar seu coração para o ódio daquele que nos é hostil, a fim de que ele pereça, ele e todos os seus parceiros.
14. E a nós, que a vossa mão nos livre! Assisti-me no meu abandono, a mim que não tenho senão a vós, Senhor. Conheceis tudo:
15. sabeis que detesto a glória dos ímpios e que tenho horror ao leito dos incircuncisos e estrangeiros.
16. Conheceis a necessidade a que estou reduzida e como abomino a insígnia da dignidade que está sobre minha cabeça nos dias em que devo aparecer em público. Sim, eu a abomino como um pano manchado e não a levo nos dias de meu retiro.
17. Vossa serva não comeu à mesa de Amã, nem honrou com sua presença os banquetes do rei, nem bebeu o vinho das libações.
18. Jamais, desde o dia de sua elevação até hoje, vossa serva não experimentou alegria a não ser em vós, Senhor, Deus de Abraão.
19. Ó Deus, que sois poderoso sobre todas as coisas, ouvi a voz daqueles que não têm outra esperança; livrai-nos das mãos dos malvados, e livrai-me de minha angústia.

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quinta-feira, 17 de março de 2011

Eclesiástico, 1


1. Toda a sabedoria vem do Senhor e está com Ele para sempre.
2. Quem poderá contar a areia das praias, as gotas da chuva e os dias do mundo?
3. Quem poderá explorar a altura do céu, a extensão da terra e a profundidade do abismo?
4. A sabedoria foi criada antes de todas as coisas, e a inteligência prudente foi criada antes dos séculos.
5. A quem foi revelada a raiz da sabedoria? Quem conhece os seus projectos?
6. Só um é sábio e sumamente terrível quando Se senta no seu trono:
7. é o Senhor, Ele que criou a sabedoria, a conheceu, a enumerou e a derramou sobre todas as suas obras.
8. Ele repartiu-a entre os seres vivos, conforme a sua generosidade, e concedeu-a a todos aqueles que O amam.
9. O temor do Senhor é glória e honra, alegria e coroa de júbilo.
10. O temor do Senhor alegra o coração, dá contentamento, gozo e vida longa.
11. Quem teme o Senhor acabará bem, e será abençoado no dia da morte.
12. O princípio da sabedoria é temer ao Senhor, e os fiéis recebem-na já no seio materno.
13. Ela firma-se entre os homens com alicerce perene, e permanece com os seus descendentes.
14. A plenitude da sabedoria é temer o Senhor e, com os seus frutos, ela embriaga os homens.
15. Ela enche a sua casa com tesouros, e os celeiros com os seus produtos.
16. A coroa da sabedoria é o temer o Senhor, ela faz florescer a paz e a saúde.
17. Deus viu e enumerou a sabedoria, fazendo chover a ciência e a inteligência, e exaltando a honra daqueles que a possuem.
18. A raiz da sabedoria é temer o Senhor, os seus ramos são de vida longa.
19. A irritação injusta não se poderá justificar, porque o ímpeto da paixão provoca ruína.
20. O homem paciente resiste até ao momento oportuno, depois será recompensado com a alegria.
21. Até ao momento certo, esconde o que pensa, e muitos elogiarão a sua inteligência.
22. Os provérbios instrutivos são o tesouro da sabedoria, mas o pecador detesta a religião.
23. Se desejas ter sabedoria, observa os mandamentos, e então o Senhor ta concederá.
24. O temor do Senhor é sabedoria e educação, e compraz-se na fidelidade e na mansidão.
25. Não sejas desobediente ao temor do Senhor, e não te aproximes d'Ele de coração fingido.
26. Não sejas hipócrita no trato com os homens, e controla as tuas palavras.
27. Não te eleves, para não caíres, atraindo a vergonha sobre ti mesmo,
28. porque o Senhor descobrirá o que escondes e humilhar-te-á no meio da assembleia,
29. porque não procuraste o temor do Senhor e mantiveste o coração cheio de falsidade.

fonte: facebook

segunda-feira, 14 de março de 2011

Salmos, 30


1. Ao mestre de canto. Salmo de Davi.
2. Junto de vós, Senhor, me refugio. Não seja eu confundido para sempre; por vossa justiça, livrai-me!
3. Inclinai para mim vossos ouvidos, apressai-vos em me libertar. Sede para mim uma rocha de refúgio, uma fortaleza bem armada para me salvar.
4. Pois só vós sois minha rocha e fortaleza: haveis de me guiar e dirigir, por amor de vosso nome.
5. Vós me livrareis das ciladas que me armaram, porque sois minha defesa.
6. Em vossas mãos entrego meu espírito; livrai-me, ó Senhor, Deus fiel.
7. Detestais os que adoram ídolos vãos. Eu, porém, confio no Senhor.
8. Exultarei e me alegrarei pela vossa compaixão, porque olhastes para minha miséria e ajudastes minha alma angustiada.
9. Não me entregastes às mãos do inimigo, mas alargastes o caminho sob meus pés.
10. Tende piedade de mim, Senhor, porque vivo atribulado, de tristeza definham meus olhos, minha alma e minhas entranhas.
11. Realmente, minha vida se consome em amargura, e meus anos em gemidos. Minhas forças se esgotaram na aflição, mirraram-se os meus ossos.
12. Tornei-me objeto de opróbrio para todos os inimigos, ludíbrio dos vizinhos e pavor dos conhecidos. Fogem de mim os que me vêem na rua.
13. Fui esquecido dos corações como um morto, fiquei rejeitado como um vaso partido.
14. Sim, eu ouvi o vozerio da multidão; em toda parte, o terror! Conspirando contra mim, tramam como me tirar a vida.
15. Mas eu, Senhor, em vós confio. Digo: Sois vós o meu Deus.
16. Meu destino está nas vossas mãos. Livrai-me do poder de meus inimigos e perseguidores.
17. Mostrai semblante sereno ao vosso servo, salvai-me pela vossa misericórdia.
18. Senhor, não fique eu envergonhado, porque vos invoquei: Confundidos sejam os ímpios e, mudos, lançados na região dos mortos.
19. Fazei calar os lábios mentirosos que falam contra o justo com insolência, desprezo e arrogância.
20. Quão grande é, Senhor, vossa bondade, que reservastes para os que vos temem e com que tratais aos que se refugiam em vós, aos olhos de todos.
21. Sob a proteção de vossa face os defendeis contra as conspirações dos homens. Vós os ocultais em vossa tenda contra as línguas maldizentes.
22. Bendito seja o Senhor, que usou de maravilhosa bondade, abrigando-me em cidade fortificada.
23. Eu, porém, tinha dito no meu temor: Fui rejeitado de vossa presença. Mas ouvistes antes o brado de minhas súplicas, quando clamava a vós.
24. Amai o Senhor todos os seus servos! Ele protege os que lhe são fiéis. Sabe, porém, retribuir, castigando com rigor aos que procedem com soberba.
25. Animai-vos e sede fortes de coração todos vós, que esperais no Senhor.
fonte: facebook

sábado, 8 de janeiro de 2011

Salmo 8


Senhor, nosso Deus,

como é admirável o vosso nome em toda a terra!

A vossa majestade está acima dos céus.

Da boca das crianças e meninos de peito ,

sai um louvor que confunde os vossos adversários

e reduz ao silêncio os inimigos rebeldes.

Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos,

a lua e as estrelas que lá colocastes,

que é o homem para que Vos lembreis dele,

o filho do homem para dele Vos ocupardes?

Fizestes dele quase um ser divino,

de honra e glória o coroastes;

destes-lhe poder sobre a obra das vossas mãos,

tudo submetestes a seus pés:

Ovelhas e bois, todos os rebanhos,

e até os animais selvagens,

as aves do céu e os peixes do mar,

tudo o que se move nos oceanos.

Senhor, nosso Deus,

como é admirável o vosso nome em toda a terra!
fonte: facebook (cortesia de uma amiga)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

SALMO 23


1 O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.

2 Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas.

3 Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.

4 Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.

5 Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.

6 Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias.