EU VOS AMO! VÓS SOIS A MINHA VIDA.
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mãe, palavra arcaica?

Quando uma criança está nos braços de sua mãe recebe uma série de influências de extrema importância para sua formação..

Ela sente, na profunda calma daquele convívio intimíssimo, que a mãe é feita para ela, a protege, nutre, consola, a inunda de uma sensação de bondade desinteressada acima de todos os limites.

Por cima de tudo, quando a mãe é realmente temente a Deus, virtuosa, piedosa, fiel, honrada, a influência de alma a alma aumenta muito de quilate, e todo um padrão de bem parte da mãe e impregna o fruto de seu ser.


À medida que a criança vai crescendo, vão aparecendo nela predisposições para a virtude, a bondade, a justiça. Ela se mostra muito mais moldável pela mãe a qual constitui seu modelo.

Com a modernização de tudo, portanto também do perfil da mãe, a idéia da mãe feita para os filhos vai se extinguindo, aquele extremo de dedicação e de bondade, vai sendo substituído por algo de meramente humano e mais fortuito. A tendência é a mãe moderna buscar muito mais um ideal de sensualidade do que um perfil moral, virtuoso e santo.

Não podemos deixar que os reais valores se percam com o tempo. É preciso buscar em Nossa Senhora, o exemplo de mãe exemplar. Acenda aqui uma vela a Mãe Santíssima pedindo sabedoria na criação de nossos filhos.
Em consequência, as mães atuais, salvo exceções, já não passam mais aquela influência primeira que predispõe os filhos para a virtude.

Infelizmente, aos poucos o verdadeiro sentido da palavra mãe, junto com as palavras honra, dignidade, virtude, vai se tornando arcáico.

Daí noticiários assustadores, crimes incontáveis, cadeias cheias…

Para confirmar esse temor da extinção das autênticas mães, apareceu algo para mim inimaginável! Robôs que embalam crianças no colo! E servem até para crianças bem crescidinhas…


Se a moda pegar, pseudo mães abandonarão até esse hábito multi milenar em prol da sensualidade, do ganhar dinheiro e da masculinização.

Com consequências inimaginavelmente desastrosas.

Marcos Luiz Garcia
Sinal dos tempos!
Fonte: Resistir, na fé

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O que a Virgem Maria teria a dizer à humanidade em nossos dias?


Sagrada família Parece tão distante o tempo que nos separa daquela jovem que vivia numa pequena cidade de Nazaré, desposada com um homem casto, bom e justo. Dois mil e poucos anos, muitos avanços, muitas descobertas, o progresso, a cura de doenças, a exterminação de alguns males, a transformação das cidades, o aumento da expectativa de vida…

Tantas coisas, tantas histórias e tanta História. Mas a Virgem de Nazaré continua a nos interpelar. O que teria ela a nos dizer? Certamente o que já dizia à humanidade de seu tempo. Temos hoje apenas melhorias materiais, mas muito pouco a humanidade avançou em termos de construção ao verdadeiro reino de Deus.

Os devotos de Fátima tem a importante missão de rezar pela regeneração da humanidade. Foi a própria Nossa Senhora quem disse aos pastorinhos que não devemos parar de rezar.

Poderia sua cidade – ou mesmo todo o povo judeu – acreditar que daquela jovem que não era rica, não era princesa, nasceria o Messias? O impacto disso em uma sociedade que esperava um Messias lutador, um rei que os salvaria pela espada, certamente não acreditaria – e, verdadeiramente não acreditou – que no silêncio da manjedoura em Belém nos era chegado o Filho de Deus.

Poderíamos hoje acreditar em tais acontecimentos? Provavelmente não. Poderíamos acreditar que uma virgem concebesse apenas por graça de Deus? Claro que não! Com tantos conhecimentos científicos que temos, seríamos até capazes de “provar” que isso é impossível.

Esses são apenas dois pequenos aspectos que podem nos mostrar o que Maria Imaculada teria a dizer à humanidade hoje: Ela diria aquilo que pode ser dito senão através da fé incondicional em um Deus que tudo pode. Ela diria que é preciso ter desejo de servir a Deus e ao próximo para podermos reconhecer os “anjos” que até hoje continuam a nos anunciar que no meio das condições mais difíceis, Deus continua a falar às almas. Ela diria que é na humildade e no desapego aos bens terrenos que Deus fala.

Os valores da sociedade contemporânea incorporam ainda aqueles que o povo judeu vivia naquela época: inveja, intriga, injustiças… o amor sufocado, o serviço ao outro ironizado. Tudo isso sob nova roupagem, alimentado por teorias filosóficas e antropológicas que tentam explicar por que caminhos a humanidade se enveredou.

Nossa Senhora, retire de nós todo sentimento de inveja e descrença. Queremos olhar somente para Ti, ó Mãe de Deus.

Ainda assim, Ela continua a nos falar. E nos fala como mãe – aquela que muitas vezes não queremos ouvir porque nos repreende e tenta nos educar. Quer ver seus filhos irmãos, quer que todos tenham os ouvidos atentos aos apelos de Deus e os corações disponíveis para o “sim” – como aquele que um dia Ela própria dera ao enviado de Deus Pai.

Maria Santíssima não é, pois, apenas a “resolvedora” de nossos problemas. Conosco caminha, acompanha-nos, inspira-nos. E como escutá-la? Lendo e meditando sua vida, percebendo que Ela, com a sensibilidade própria do gênero feminino, realizou sua vida de afazeres domésticos, de oração, de esposa e de mãe.

Uma vida que não foi fácil: amando a Deus sem cessar, cuidar da casa, ficar viúva, caminhar com seu Filho por aquelas estradas, ver seu Filho morrer numa cruz. E, depois, edificar a Igreja, cuidar dos apóstolos, receber e dar carinho. Maria Santíssima trabalhou e trabalha, pois continua a nos mostrar que é possível mantermos a união com Deus fazendo o mesmo em nossas vidas.

(Fonte: Baseado em Amai-vos)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

AS MARCAS


Num dia quente de verão, no sul da Florida, um garoto decidiu ir nadar no lago atrás de sua casa.
Saiu a correr pela porta traseira, atirou-se à água e ficou a nadar feliz.
A sua mãe, de casa olhava pela janela, e viu com horror o que estava a acontecer.
Correu atrás do filho gritando o mais forte que podia.
Ouvindo a mãe, o menino ficou impressionado, e foi nadando até ela. Porém era tarde, demasiado tarde.
Mas a mãe conseguiu agarrar o menino pelos braços no preciso momento em que o animal agarrava as suas pernas. A mulher lutava determinada, com toda a força do seu coração.
O crocodilo era mais forte, mas a mãe era muito mais apaixonada e o seu amor não a abandonava.
Um senhor que escutou os gritos correu para o lugar com uma pistola e matou o crocodilo.
O menino sobreviveu e, embora que as suas pernas tenham sofrido bastante, pôde voltar a caminhar.
Quando saiu do trauma, um enfermeiro perguntou-lhe se queria mostrar as cicatrizes das suas pernas.
O menino levantou o lençol e mostrou ao rapaz.
Então, com grande orgulho e arregaçando as mangas disse: “Mas as que você deve ver são estas".
Eram as marcas das unhas da sua mãe que haviam pressionado com força a sua pele.
“Tenho estas marcas porque a minha mãe não me soltou e salvou a minha vida".

Nós também temos cicatrizes de um passado doloroso.
Algumas foram causadas pelos nossos pecados, por pequenas ou grandes falhas, por desobediência, mas algumas foram das unhas de Deus que nos segurou com força para que não caíssemos nas garras do mal. Por isso, lembra-te que se alguma vez te doeu a alma, foi porque Deus te agarrou com força para que não caísses.

domingo, 5 de setembro de 2010

Bebê que havia sido dado por morto desperta graças aos carinhos de sua mãe


O pequeno Jamie Ogg é um milagre para o mundo. Ele nasceu antes de completar 7 meses de gestação e era tão frágil que os médicos o deram por morto e o entregaram à sua mãe para o primeiro e último abraço.

Depois de duas horas junto da mãe, que não deixou de falar e afagar seu bebê, Jamie começou a dar sinais de vida. Ela ofereceu-lhe leite materno com o dedo, e depois desse contato, o menino começou a respirar com regularidade para o assombro de todos.

Kate e David Ogg só dão graças a Deus por sua milagrosa história.

Durante 20 minutos os médicos tentaram fazer com que o bebê respirasse por conta própria, e, como não obtiveram resultado, o declararam morto.

Quando começou a mover-se pensei: “Oh, meu Deus, o que está acontecendo? Pouco tempo depois ele abriu os olhos. Foi um milagre”, disse Kate. O pai David agradece a Deus pelo que sua esposa fez.

Jamie tem hoje cinco meses de vida!

Este é apenas um dos milagres que Nosso Senhor pode operar em nossas vidas. Basta pedir com Fé pela intercessão de Nossa Senhora junto a Ele.

Uma mãe tudo pode por um filho, quando sente que este ele necessita de ajuda.