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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

OS 2 PILARES QUE SUSTENTAM A IGREJA: MARIA E A EUCARISTIA.


(Um sonho de Dom Bosco para estes tempos)

QUEM FOI DOM BOSCO?
João Bosco, filho de Francisco Bosco e de Margarida Occhiena, nasceu no dia 16 de Agosto de 1815, em Becchi, minúsculo grupo de casas da pequena localidade de Murialdo, pertencente à Vila de Castelnuovo d’Asti (actualmente chamado Castelnuovo Dom Bosco), na região de Alto Monferrato, na Itália. Desde criança manifestou o desejo de se tornar padre. Em 25 de Outubro de 1835, João recebe o hábito talar no Seminário de Chieri, e em 5 de Junho de 1841, a ordenação sacerdotal. Veio a falecer em 31 de Janeiro de 1888, aos 72 anos.
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REVELAÇÕES SOBRENATURAIS.
Desde os nove anos, o santo teve contactos maravilhosos com o mundo sobrenatural. Ele via o que é oculto aos homens, o mistério dos corações, os segredos das consciências, os pensamentos mais íntimos, e até o futuro das crianças e o fim das suas vidas. Além disso, os acontecimentos futuros, que ele lia com uma lucidez maravilhosa, com uma clarividência rara.
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UMA VISÃO PROFÉTICA: SONHO DAS DUAS COLUNAS E DO NAVIO.
Dom Bosco teve o sonho descrito abaixo em 1862, portanto antes da realização do Concílio Vaticano I, em 1870.
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“Dom Bosco, no dia 26 de Maio, havia prometido aos jovens que lhes contaria alguma coisa bonita no último ou no penúltimo dia do mês. No dia 30 de Maio contou, à noite, uma parábola ou semelhança, como ele a quis chamar.
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'Quero contar-lhes um sonho. É verdade que quem sonha não raciocina, mas, eu contaria até mesmo os meus pecados, se não tivesse medo de fazer que vocês todos fugissem e fazer cair a casa, lhes conto isso para utilidade espiritual de vocês. O sonho, eu o tive há alguns dias.
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Imaginem estar comigo numa praia do mar, ou antes, sobre um escolho isolado, e de não ver outro espaço de terra a não ser aquele que lhes está sob os pés. Em toda aquela vasta superfície das águas se via uma multidão inumerável de navios em ordem de batalha, cujas proas eram terminadas por um agudo esporão de ferro em forma de lança, que, onde era dirigido, feria e traspassava qualquer coisa. Estes navios estavam armados com canhões, carregados com fuzis e armas de todo gênero, com matérias incendiárias, e também com livros, e avançavam contra um navio muito maior e mais alto que todos eles. Por meio do esporão, tentam chocar-se com ele, incendiá-lo, ou ao menos causar-lhe todo o dano possível.
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Aquela nave majestosa, ricamente adornada, era escoltada por muitas navezinhas que recebiam dela os sinais de comando e executavam manobras para se defender das frotas adversárias.
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O vento lhes era desfavorável e o mar agitado parecia favorecer os inimigos. No meio da imensa extensão do mar elevavam-se acima das ondas duas robustas colunas, altíssimas, pouco distantes uma da outra. Sobre uma delas havia a estátua da Virgem Imaculada, em cujos pés pendia um longo cartaz com esta inscrição: Auxilium Christianorum (Auxílio dos Cristãos). Sobre a outra, que era muito mais alta e mais grossa, havia uma Hóstia de grandeza proporcional à coluna, e debaixo um outro cartaz com as palavras: Salus Credentium (Salvação dos que crêem).
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O Pontífice Romano, comandante supremo da grande nau, vendo o furor dos inimigos e a má situação em que se achavam as suas fiéis navezinha, decide reunir junto de si os pilotos dos navios auxiliares, para acordarem sobre o que se deveria fazer. Todos os pilotos sobem e se reúnem em torno do Papa. Mantêm uma reunião, mas, enfurecendo-se cada vez mais o vento e a tempestade, eles são mandados de volta para dirigir seus próprios navios.
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Ocorrendo um pouco de calmaria, o Papa reúne pela segunda vez em torno de si todos os pilotos, enquanto a nau capitania segue o seu curso. Mas a borrasca volta espantosa. O Papa permanece no timão, e todos os seus esforços são dirigidos a levar a nau para o meio daquelas duas colunas, de cujo cimo pendem, em toda a volta delas, muitas âncoras e grossos ganchos presos a correntes.
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Os navios inimigos manobram para assaltá-la, e empregam todos os meios possíveis para detê-la e fazê-la afundar, algumas com livros e escritos; outras procurando lançar a bordo as matérias incendiárias de que estão cheias; outras com os canhões, com os fuzis, e com os esporões.
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O combate se torna cada vez mais encarniçado. As proas inimigas se chocam violentamente com o navio do Pontífice, mas seus esforços e seu ímpeto se revelam inúteis. Em vão repetem o ataque e esgotam seu poder e munições. A grande nau prossegue segura e ilesa seu caminho. Ocorre por vezes que os golpes formidáveis descarregados em seus flancos abrem largas e profundas brechas, mas em seguida sopra um vento e as brechas se fecham e os furos se obstruem.
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E explodem os canhões dos assaltantes, despedaçam-se os fuzis, e todas as outras armas e os esporões; são destruídos muitos navios que se afundam no mar. Então, os inimigos, furibundos, começam a combater com armas brancas; e com as mãos, com os punhos, com blasfêmias e com maldições.
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Eis que o Papa, ferido gravemente, cai. Os que estão junto dele correm a ajudá-lo e levantam-no, mas o Papa é ferido pela segunda vez, cai de novo e morre.
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Um grito de alegria e de vitória ressoa entre os inimigos; sobre os seus navios se dá um louco frenesí. Mas tão logo morto o Pontífice, um outro Papa o substitui em seu posto. Os pilotos reunidos o elegeram tão subitamente que a notícia da morte do Papa chegou com a notíciada eleição do sucessor. Os adversários começam a perder o ânimo.
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O novo Papa dispersa e supera todos os obstáculos e guia o navio até as duas colunas. Chegando junto a elas, o ata com uma corrente que pendia da proa a uma âncora da coluna sobre a qual estava a Hóstia; e com uma outra corrente que pendia da popa o ata a uma outra âncora, que pendia da coluna sobre a qual estava colocada a Virgem Imaculada.
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Então, aconteceu uma grande reviravolta. Todos os navios, que até aquele momento tinham combatido a nau do Papa, fogem, se dispersam, se chocam entre si e se despedaçam. Uns naufragam e arrastam a outros. Muitas navezinhas que tinham combatido valorosamente com o Papa se aproximam das duas colunas atando-se a elas com correntes. Muitas outras naus que por temor tinham se afastado e se encontravam a grande distância ficam prudentemente observando, até que, desaparecidos nos abismos do mar os restos de todos os navios destroçados, com grande vigor vogam em direção daquelas duas colunas, onde, chegando, se prendem aos ganchos pendentes das mesmas colunas, e aí ficam tranqüilas e seguras, junto com a nau principal, sobre a qual está o Papa. No mar se produz uma grande calma.
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Dom Bosco, neste ponto, interrogou Dom Rua: 'Que pensa deste relato?' Dom Rua respondeu: 'Parece-me que a nau do Papa seja a Igreja, da qual ele é o chefe: os navios, os homens, o mar são este mundo. Os que defendem o grande navio são os bons afeiçoados à Santa Sé, os outros são os seus inimigos que com toda a sorte de armas tentam aniquilá-la. As duas colunas de salvação, parece-me que sejam a devoção a Maria Santíssima e ao Santíssimo Sacramento da Eucaristia.
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Dom Rua não disse nada sobre o Papa caído e morto, e Dom Bosco calou-se também sobre isso. Somente acrescentou: 'Disseste bem. É preciso somente corrigir uma expressão: as naus dos inimigos são as perseguições [à Igreja]. Preparam-se gravíssimos sofrimentos para a Igreja. O que até agora aconteceu é quase nada comparado com aquilo que deve acontecer. Os seus inimigos são figurados pelos navios, que tentam afundar, se pudessem, a nau capitania. Só restam dois meios para salvar-se entre tanta confusão: a devoção a Maria Santíssima e a freqüência à Comunhão. Todos devemos nos empenhar em os empregarmos e fazer com que sejam empregados em toda parte, e por todos. Boa noite!
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Esta visão de Dom Bosco é própria para os nossos tempos. Do muito que se poderia dizer, o que nos cabe salientar é que Deus quer mostrar aos homens, através do sonho de Dom Bosco, que há dois pilares, que não poderemos deixar que se percam, que sejam suprimidos, que sejam eliminados, que são a EUCARISTIA e a poderosa protecção da VIRGEM MARIA.
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A EUCARISTIA é a alma da igreja de Deus e o corpo precisa da alma para viver. Nós somos o corpo místico da igreja, portanto precisamos de Jesus-Alimento, Jesus-Eucaristia. Sem alimento, não vivemos mas morremos. Sem alimento espiritual, a alma perece; o corpo parece vivo mas a alma já está morta.
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A VIRGEM MARIA é a presença maior dada por Deus Pai e por Jesus para nos livrar do demónio. Ela cuida da Igreja de Jesus desde os primeiros tempos da sua formação. As repetidas súplicas, advertências, as manifestações sobrenaturais ocorridas em aparições, bem como as mensagens deixadas por ela nas aparições, muitas das quais ainda hoje continuam, vêm atestar o cuidado de uma mãe zelosa e preocupada com os seus descaminhados e descuidados filhos.

2 comentários:

Paullinha Sousa disse...

Eiii,galera católica!!
passei um tempo pedindo a Deus inspiração pra que eu pudesse achar algo pra poder evangelizar mais, unindo os blogueiros católicos, então hj me veio o seguinte: o que acham de todos fazerem parcerias um com os outros, providenciar FOLHETOS DE DIVULGAÇÃO DOS BLOGS E DAS PRINCIPAIS DÚDIVAS DOS CATOLICOS E NÃO-CATÓLICOS QUANTO A RELIGIÃO E sair divulgando e deixando pela nossa cidade?? Acho que por sermos a ICAR poderiamos fazer muito mais... tenho um projeto pro meu blog q é fazer camisetas, vídeos e etc com o tema de cada blog pra vender, o que acha de nos unirmos tb?? ai quem soubesse e tivesse ideia de folhetos fazia e me mandava e eu mandava pra todos que tivessem interessados, a gente imprimia e começava a missão.. o que acham?? Me respondam no e-mail: paullinhaps@gmail.com ou namorocomjesus@yahoo.com.br
estou esperando :D
a paz de Jesus e o amor de Maria!
http://namorocomjesus.blogspot.com

Maria disse...

Acho interessante minha amiga. Obrigada pela visita.
Disponha
Maria